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Bolsonaro reclama de críticas a Kassio Marques: “Acusaram o cara de tudo”

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Da Redação

Durante conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada nesta 3ª feira (6.out.2020), o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender seu indicado para o STF (Supremo Tribunal Federal), o desembargador Kassio Marques.

A escolha do magistrado tem sido alvo de críticas até de aliados do governo por causa de sua suposta ligação com o PT.

Marques é desembargador no TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), desde 2011. Foi escolhido pela ex-presidente Dilma Rousseff. Bolsonaro destacou que a escolha ocorreu pela chamada “lista tríplice”.

O presidente também disparou contra decisão envolvendo o terrorista italiano Cesare Battisti.

“A questão do Kassio é impressionante. Acusaram o cara de tudo. Parecia até que ele era 1 dos bandidos mais procurados do Brasil. Começam mentindo [dizendo] que ele votou para que o Battisti ficasse no Brasil. Quem decidiu foi o Supremo Tribunal Federal em 2009. Ah, ‘ele é comunista’… Pô, comunista está cheio aqui no Brasil“.

A sabatina do indicado pelo presidente Jair Bolsonaro deve ser realizada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado em 21 de outubro. É o que foi acordado em reunião do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP) com líderes partidários nesta 3ª feira (6.out).

Marques nasceu em 16 de maio de 1972 em Teresina, no Piauí. Tem 48 anos. Se for aprovado e tomar posse no STF, pode ficar 27 anos na cadeira, até completar 75 anos em 2047. Se aprovado pelos senadores, assumirá a vaga a ser deixada pelo ministro Celso de Mello.

Fonte: Poder 360 / https://www.msn.com/pt-br/noticias/politica/bolsonaro-reclama-de-cr%c3%adticas-a-kassio-marques-%e2%80%9cacusaram-o-cara-de-tudo%e2%80%9d/ar-BB19L7ab

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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