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BALANÇO PARLAMENTAR 

Agricultura familiar, academias e regularização fundiária foram priorizados

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Fotos:  Vanderson Ferraz 
Paralelamente ao trabalho desenvolvido no comando da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado Eduardo Botelho, governador em exercício, conciliou ações parlamentares com inúmeros atendimentos, reuniões, visitas, sessões plenárias e solenes. 
Botelho defendeu melhorias para Mato Grosso e encerrou 2024 com apresentação de 47 projetos de lei, 484 indicações, 181 leis, além de oito emendas constitucionais, quatro leis complementares e 269 resoluções.
Além disso, o trabalho direcionado aos feirantes e pequenos produtores rurais seguiu a todo vapor. Mil barracas novas levaram alívio à comercialização nas feiras, adequando a exposição dos produtos da agricultura familiar. O setor também recebeu de Botelho sete patrulhas mecanizadas, dois automóveis pick-up, uma farinheira móvel, uma caixa d’água, 37 poços artesianos, além de quatro plantadeiras e adubadeiras.
Nos bairros, a atuação não foi diferente. As 77 academias ao ar livre — sendo seis destinadas para  pessoas com deficiência (PCD) — e 14 playgrounds, incentivam os moradores à prática esportiva e proporcionam mais lazer para as comunidades. Ao todo, foram 45 ações esportivas realizadas, que vão desde a competição do Peladão até a Copa Venina.
Atendeu reivindicações da sociedade, entre elas, os kits ortopédicos contendo 221 cadeiras de rodas, 100 cadeiras de banho, 44 muletas e 10 andadores.
Sonho familiar: moradias regularizadas
Botelho também comemora a entrega de 17,5 mil escrituras de imóveis em diversos bairros. Essa ação foi possível graças à busca de parcerias para regularizar localidades como CPA, Renascer, Tijucal, dentre outros. 
Dentre as leis de autoria de Botelho, destaca-se a Lei n° 12.478/2024, que dispõe sobre a capacitação dos funcionários de bares, restaurantes, boates, clubes noturnos, casas de espetáculos, de modo a habilitá-los a identificar e combater o assédio sexual e a cultura do estupro praticados contra as mulheres.
Botelho em números (2024):
•47 Projetos de Lei
•484 Indicações
•15 Requerimentos
•27 Moções de Aplausos
•4 Moções de Louvor
•77 Projetos de Resolução
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Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa

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O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.

Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.

Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.

“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.

Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:

  • restrinjam o direito de remarcação;
  • cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
  • condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.

Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.

O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.

Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.

Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein



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