CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

Atletas cegos recebem Moções de Aplausos em braile no Legislativo da capital

Recentemente, no mês de junho deste ano, a equipe sagrou-se vice-campeã regional, chegando a uma final após 4 anos de espera.

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Política

Assessoria Parlamentar
O presidente da Câmara de Cuiabá, Chico 2000 (PL), propôs Moções de Aplausos a integrantes da equipe feminina de Goalball e masculina de futebol para cegos da Associação Mato-grossense de Cegos (AMC). As honrarias serão entregues em braile, na quarta-feira (20.09), às 9h, durante sessão solene, em parceria com a vereadora Maysa Leão (Republicanos).
“A homenagem reconhece o desempenho notável e a dedicação exemplar dos atletas ao esporte paralímpico. O Goalball é uma modalidade Paralímpica criada exclusivamente para a pessoa com deficiência visual, sem adaptações de outras modalidades”.
O esporte foi inventado em 1946 pelo austríaco Hanz Lorezen e o alemão Sepp Reindle, com o propósito de reabilitar e socializar os veteranos da Segunda Guerra Mundial que se tornaram cegos.
A trajetória do Goalball na AMC começou no ano de 2001. Desde então, a equipe feminina tem se destacado tanto em nível regional quanto nacional. Suas principais conquistas incluem: 16 títulos do Campeonato Regional Centro Norte (sendo a equipe com mais vitórias), 3 títulos do Campeonato Brasileiro e 1 título da Supercopa Brasil de Goalball.
Já a equipe masculina na Associação Mato-grossense de Cegos começou no ano de 1998. Desde então, a equipe conquistou vários títulos tanto a nível regional quanto nacional. No torneio Regional Centro Norte, que reúne equipes do Centro-Oeste e Norte do país, foram conquistados 11 títulos.
Recentemente, no mês de junho deste ano, a equipe sagrou-se vice-campeã regional, chegando a uma final após 4 anos de espera. Em nível nacional, a AMC-MT é tricampeã brasileira de Futebol para cegos.
“O papel do esporte como promotor da inclusão de pessoas com deficiência é claramente evidenciado por meio das atividades da AMC-MT. O futebol para cegos, como uma modalidade paralímpica, não apenas fornece uma oportunidade para pessoas com deficiência visual participarem ativamente do esporte, mas também promove a inclusão social, autoconfiança, protagonismo e capacitação desses indivíduos. É um meio poderoso de combater preconceitos e promover uma compreensão mais profunda das capacidades e contribuições que as pessoas com deficiência podem oferecer à sociedade”.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá
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Comissão aprova apoio à economia criativa em áreas atingidas por calamidade pública

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A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1937/24, que prevê a inclusão de diversos setores da economia criativa nos planos de reconstrução e recuperação de áreas atingidas por estado de calamidade pública. O objetivo da proposta, do deputado Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), é garantir auxílio financeiro e incentivo a profissionais e empreendimentos do setor em momentos de crise.

O texto aprovado define como economia criativa atividades ligadas a áreas como arquitetura, artes cênicas, audiovisual, design, moda, música, gastronomia e tecnologia da informação, entre outras.

Formas de apoio
De acordo com o projeto, os planos de recuperação deverão oferecer aos profissionais desses segmentos, sejam eles formalizados ou informais, as seguintes medidas:

  • aporte imediato de recurso financeiro por meio eletrônico;
  • auxílio emergencial mensal;
  • linhas de crédito com juros subsidiados;
  • editais, prêmios e chamadas públicas para projetos; e
  • compras públicas de bens e serviços do setor.

A relatora da proposta, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), destacou que a iniciativa se baseia no sucesso de leis anteriores de emergência cultural. “O projeto busca reproduzir a lógica da Lei Aldir Blanc 2 para situações locais de decretação de estado de calamidade, de modo a transferir recursos da União para os demais entes federativos, garantindo aplicação dos valores transferidos para o setor da economia criativa nessas situações”, explicou.

Mudanças no texto
A proposta foi aprovada com duas modificações sugeridas pela relatora para garantir a segurança jurídica e financeira da medida:

  • cadastro público: foi esclarecido que a exigência de municípios e estados criarem um cadastro de atividades afetadas é obrigatória apenas para o recebimento de recursos transferidos pela União, preservando a autonomia dos governos locais; e
  • linhas de crédito: a concessão de crédito com juros baixos deverá observar a análise de viabilidade financeira e as políticas internas dos bancos.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e sancionado pelo presidente da República.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Roberto Seabra



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