dia 8 de janeiro

ALMT retorna em janeiro com análise de RGA e contas do Governo

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Foto: Fablício Rodrigues/ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizará, no dia 8 de janeiro, a análise de propostas importantes para o estado, incluindo a Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos e as contas do governo Mauro Mendes (União). A sessão, que deve ser rápida e produtiva, também discutirá o reajuste salarial dos servidores e o parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobre as contas do governo.

O reajuste salarial será de 3,45%, conforme previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025, e será aplicado na folha de janeiro. O percentual é inferior ao reajuste de 4,6% concedido em 2024. Naquele ano, o governo ajustou o valor após sugestões de 5,8% por parte de alguns deputados, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Além disso, as atividades parlamentares da ALMT retornam no dia 6 de janeiro, e o Espaço Cidadania reabrirá no dia 13, oferecendo serviços como emissão de documentos, atendimentos no Procon e Detran, e a confecção da Carteira de Identidade Nacional (CIN) para crianças de até cinco anos.

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Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa

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O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.

Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.

Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.

“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.

Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:

  • restrinjam o direito de remarcação;
  • cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
  • condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.

Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.

O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.

Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.

Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein



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