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Abílio solicita congelamento de recursos da prefeitura para reestruturar a saúde e prevenir greve

Durante visita a algumas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Abílio constatou a falta de materiais essenciais

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Política

Foto: Luiz Alves/Prefeitura de Cuiabá

Abílio Brunini (PL), prefeito eleito de Cuiabá, usou suas redes sociais na noite do último domingo (29), para defender o congelamento das contas da Prefeitura, a fim de evitar uma possível greve na Saúde.

Durante visita a algumas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Abílio constatou a falta de materiais essenciais, como soro, dipirona, enfermeiros, técnicos de enfermagem, profissionais de limpeza, copos descartáveis e papel higiênico.

Brunini também destacou que a espera por atendimento ultrapassa 5 horas para a classificação verde e alertou que a situação pode piorar, com profissionais da saúde sem receber o décimo terceiro e outros benefícios, o que pode levar à paralisação das atividades.

“Eu vi pela internet inclusive uma ameaça de paralisação amanhã se até às 19h, se eu não me engano, se não pagar décimo terceiro [salário] para os profissionais da saúde, eles estão ameaçando uma paralisação. A situação está muito difícil aqui em Cuiabá”, lamentou.

Abílio informou que irá procurar o desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, e o Ministério Público para pedir o congelamento das contas do Executivo. A medida tem como objetivo assegurar o pagamento dos direitos trabalhistas dos profissionais da saúde e prevenir uma possível greve.

“Ministério Público, Tribunal de Justiça, por favor, faça o congelamento das contas da prefeitura, bloqueie as contas da prefeitura para que pague aos profissionais da saúde os seus direitos. Faça alguma atitude. Eu vou pedir amanhã ao desembargador Orlando Perri, ao conselheiro do tribunal de contas. Não é possível a prefeitura continuar gastando em outras áreas e deixar a saúde em 2º lugar”, declarou.

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Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa

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O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.

Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.

Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.

“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.

Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:

  • restrinjam o direito de remarcação;
  • cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
  • condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.

Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.

O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.

Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.

Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein



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