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Polícia Civil prende último foragido de grupo criminoso responsável por roubos em Juara

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A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (22.1), o último suspeito de integrar grupo criminoso responsável por uma série de roubos ocorridos em Juara, em setembro de 2025. O suspeito estava foragido desde a época dos fatos.

A prisão foi realizada em cumprimento a dois mandados de prisão preventiva, expedidos pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Juara, em desfavor do investigado, correspondentes aos crimes de roubo majorado pelo emprego de arma de fogo, restrição da liberdade das vítimas, concurso de pessoas e associação criminosa.

As ordens judiciais resultam de investigação conduzida pela Delegacia de Juara para apurar crimes patrimoniais violentos ocorridos na região. Na ocasião, o grupo utilizou armas de fogo e manteve as vítimas sob restrição de liberdade durante a subtração de bens.

Após trabalho de inteligência e monitoramento, os policiais civis identificaram o local onde o suspeito se escondia, realizaram o cerco e efetuaram a prisão.

O preso foi conduzido à Delegacia de Polícia de Juara para a formalização do cumprimento dos mandados e, posteriormente, será apresentado à audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça.

Segundo o delegado responsável pela condução das investigações, Geremias Ferreira de Oliveira, a prisão representa o encerramento de uma investigação relevante. “Com a captura do último foragido, a Polícia Civil conclui a desarticulação do grupo criminoso responsável por roubos graves ocorridos no ano passado, o que demonstra o compromisso permanente com a segurança da sociedade de Juara”, destacou.

Os demais integrantes da associação criminosa foram presos em ações anteriores da Polícia Civil, entre elas uma operação realizada em novembro de 2025, quando um jovem de 22 anos foi capturado.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Polícia Civil rastreia dinheiro da morte de advogado e comprova pagamento de R$ 215 mil pelo crime

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), avançou nas investigações sobre o homicídio do advogado Renato Nery, conseguindo identificar e prender os mandantes, intermediários e executores do crime, ocorrido em 5 de julho de 2024, em Cuiabá.

Durante a investigação, a Polícia Civil representou pela quebra de sigilo bancário, medida autorizada pelo Poder Judiciário, que permitiu rastrear o fluxo financeiro utilizado para o pagamento da execução.

As análises demonstraram que a investigada apontada como mandante do crime, realizou, no dia 4 de março de 2024, transferências que totalizam aproximadamente R$ 200 mil reais, valores que passaram inicialmente por contas de terceiros, em uma sequência de movimentações financeiras utilizadas para ocultar a origem e o destino final do dinheiro.

Na análise, também foi identificado que um outro investigado evitou receber diretamente os valores em sua conta, determinando que os recursos fossem movimentados por intermediários. Parte desse montante foi utilizada, no dia 5 de março de 2024, para a aquisição de um veículo Mercedes-Benz, no valor aproximado de R$ 115.000,00, registrado em nome de terceiro.

Ainda no mesmo dia, R$ 40 mil foram transferidos à mãe desse investigado, enquanto o restante do dinheiro foi, posteriormente, encaminhado à própria conta, em 06 de março de 2024.

Além dessas movimentações, foi identificado que no dia 8 de março a primeira investigada citada realizou um pagamento direto a esse segundo investigado citado, no valor de R$ 15 mil reais, totalizando aproximadamente R$ 215 mil reais movimentados em razão do crime.

Essas movimentações financeiras identificadas coincidem com os depoimentos prestados pelos envolvidos, que afirmaram que o valor ajustado para a execução do homicídio seria de aproximadamente R$ 200 mil reais.

Além do rastreamento financeiro, no dia 12 de março de 2024, um dos investigados prestou depoimento, confirmando toda a dinâmica do pagamento pelo crime, corroborando os elementos já demonstrados pela análise bancária.

A investigação identificou que o segundo investigado citado adotou mecanismos para ocultar a origem ilícita dos valores, utilizando de intermediários e movimentações financeiras fracionadas, caracterizando, em tese, a prática do crime de lavagem de dinheiro, pelo qual também deverá responder.

Diante do conjunto probatório reunido, especialmente o rastreamento do fluxo financeiro, os depoimentos colhidos e as demais diligências investigativas, a Polícia Civil concluiu que se trata de crime de mando, caracterizado pelo pagamento para a prática de homicídio qualificado.

O crime

Renato Nery morreu aos 72 anos, atingido por disparos de arma de fogo, no dia 5 de julho de 2024, na frente de seu escritório, na Capital.

A vítima foi socorrida e submetida a uma cirurgia em um hospital privado de Cuiabá, mas morreu horas depois do procedimento médico.

Desde a ocorrência, a DHPP realizou inúmeras diligências investigativas, com levantamentos técnicos e periciais, a fim de esclarecer a execução do advogado.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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