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Polícia Civil prende último foragido de grupo criminoso responsável por roubos em Juara

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A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (22.1), o último suspeito de integrar grupo criminoso responsável por uma série de roubos ocorridos em Juara, em setembro de 2025. O suspeito estava foragido desde a época dos fatos.

A prisão foi realizada em cumprimento a dois mandados de prisão preventiva, expedidos pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Juara, em desfavor do investigado, correspondentes aos crimes de roubo majorado pelo emprego de arma de fogo, restrição da liberdade das vítimas, concurso de pessoas e associação criminosa.

As ordens judiciais resultam de investigação conduzida pela Delegacia de Juara para apurar crimes patrimoniais violentos ocorridos na região. Na ocasião, o grupo utilizou armas de fogo e manteve as vítimas sob restrição de liberdade durante a subtração de bens.

Após trabalho de inteligência e monitoramento, os policiais civis identificaram o local onde o suspeito se escondia, realizaram o cerco e efetuaram a prisão.

O preso foi conduzido à Delegacia de Polícia de Juara para a formalização do cumprimento dos mandados e, posteriormente, será apresentado à audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça.

Segundo o delegado responsável pela condução das investigações, Geremias Ferreira de Oliveira, a prisão representa o encerramento de uma investigação relevante. “Com a captura do último foragido, a Polícia Civil conclui a desarticulação do grupo criminoso responsável por roubos graves ocorridos no ano passado, o que demonstra o compromisso permanente com a segurança da sociedade de Juara”, destacou.

Os demais integrantes da associação criminosa foram presos em ações anteriores da Polícia Civil, entre elas uma operação realizada em novembro de 2025, quando um jovem de 22 anos foi capturado.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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