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Polícia Civil prende último envolvido em furto de veículo de idosa em Juscimeira

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O último suspeito envolvido no furto qualificado de veículo de uma idosa, registrado no município de Juscimeira, foi preso pela Polícia Civil, durante cumprimento de mandado judicial.

O procurado, de 19 anos, estava com ordem de prisão preventiva pelo crime de furto qualificado, expedida pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cuiabá.

A prisão ocorreu na tarde de quinta-feira (14.05), na zona rural do município de Poxoréu, após intenso trabalho investigativo e diligências realizadas pela equipe policial para localizar o investigado.

Após a sua localização e prisão na área rural de Poxoréu, o jovem foi conduzido à Delegacia de Juscimeira para as providências cabíveis.

A ação evidencia o trabalho investigativo e a atuação integrada da Polícia Civil no combate aos crimes patrimoniais, garantindo resposta rápida e efetiva à sociedade.

O crime

O furto qualificado ocorreu no dia 1º de janeiro de 2026, no distrito de Santa Elvira. Na ocasião dois homens (de 18 e 19 anos) subtraíram um veículo Jeep Compass pertencente a uma idosa de 72 anos.

Durante as investigações da Delegacia de Juscimeira para esclarecer o crime, foi descoberta a participação de um terceiro envolvido, também de 18 anos e ex-funcionário da vítima, apontado como autor intelectual e responsável por repassar informações privilegiadas sobre a rotina da residência e facilitar a ação criminosa.

Com o cumprimento desse mandado de prisão, os três investigados por participarem no crime encontram-se presos à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Após veto de Toffoli, YouTube e Instagram derrubam contas de Renan Santos no Brasil

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A campanha presidencial de Renan Santos (Missão) sofreu um novo impacto nesta segunda-feira (31). Horas depois de o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar restrições à candidatura, as contas do candidato no YouTube e no Instagram foram derrubadas no Brasil.

A suspensão dos perfis ocorre no mesmo dia em que Toffoli decidiu interromper parte das atividades da campanha de Renan, proibindo a realização de propaganda eleitoral digital, a participação em debates e entrevistas e também suspendendo o recebimento e uso de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).

A decisão do ministro está relacionada à forma como os perfis utilizados pela candidatura foram informados à Justiça Eleitoral. Segundo Toffoli, Renan e seu candidato a vice, Aroldo Medina, comunicaram inicialmente apenas parte dos canais utilizados na campanha e outros perfis foram incluídos posteriormente, fora do prazo previsto.

Para o ministro, a situação pode ter comprometido a igualdade entre os candidatos, já que as regras eleitorais estabelecem restrições à recomendação algorítmica de conteúdos de perfis oficiais durante o período de campanha. A suspeita é de que contas não registradas tenham continuado a alcançar usuários enquanto outros candidatos estavam sujeitos às limitações impostas pelas plataformas.

Com a decisão, Renan ficou impedido de utilizar os canais digitais abrangidos pela determinação judicial para propaganda eleitoral. A medida também o proibiu temporariamente de participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação, além de bloquear o acesso aos recursos do Fundo Eleitoral.

Na noite de segunda-feira, a situação ganhou um novo capítulo. A própria equipe do candidato informou que o canal de Renan no YouTube e seu perfil no Instagram passaram a ficar indisponíveis para acesso no Brasil. Ao tentar acessar as páginas, usuários passaram a encontrar mensagens indicando que os conteúdos não estavam disponíveis.

O episódio representa um duro golpe para uma candidatura cuja estratégia é fortemente baseada justamente na presença digital. O partido Missão é uma legenda de estrutura reduzida e não possui grande espaço nos meios tradicionais de campanha, fazendo das redes sociais uma das principais ferramentas de comunicação com o eleitorado.

Renan reagiu à decisão de Toffoli e classificou a medida como um “absurdo jurídico”. O candidato afirma que pretende recorrer e sustenta que houve problemas no sistema de cadastro dos perfis junto à Justiça Eleitoral.

Enquanto o recurso não é analisado, a candidatura de Renan enfrenta um cenário inédito: com restrições à propaganda digital, sem acesso ao Fundo Eleitoral e fora dos debates, o candidato vê justamente suas principais formas de exposição política ficarem temporariamente bloqueadas.



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