Polícia
Polícia Civil prende mais um faccionado envolvido em homicídio e ocultação de cadáver em Colniza
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Mais faccionado envolvido no desaparecimento e possíveis crimes de homicídio e ocultação de cadáver de um jovem em Colniza foi preso pela Polícia Civil, na sexta-feira (6.2), durante trabalho da equipe de investigadores da Delegacia do município.
O suspeito, de 18 anos, foi identificado nas investigações da Delegacia de Colniza e estava com mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar decretados pela Justiça por envolvimento do crime, praticado contra João Vitor Ricardo de Amorim, de 20 anos.
A vítima está desaparecida desde o dia 28 de janeiro, quando saiu de casa para trabalhar, porém não chegou ao serviço e não deu mais notícias. As investigações apontam que o jovem havia saído da cadeia recentemente e tinha envolvimento com facções criminosas.
A motivação do crime estaria relacionada ao um acerto de contas. com integrantes da facção. O jovem teria sido sequestrado, torturado e executado por membros do grupo criminoso, que posteriormente ocultaram o corpo, que até o momento não foi localizado.
Com base nos elementos apurados, foi possível chegar a identidade de alguns dos envolvidos, sendo representado pelas ordens judiciais de prisão e busca e a apreensão, que foram deferidos pela Justiça. O primeiro alvo, também de 18 anos, teve o mandado de prisão cumprido na terça-feira (03), em ação que resultou na apreensão de drogas e outros objetos de origem ilícita.
Durante as diligências realizadas na sexta-feira (6), os policiais da Delegacia de Colniza localizaram e prenderam o segundo envolvido no crime em seu local de trabalho. Em continuidade à ação, foram realizadas buscas na residência do investigado, onde foram apreendidos aparelhos celulares e outros dispositivos eletrônicos que podem auxiliar o avanço das investigações.
Após o cumprimento das ordens judiciais, o preso foi conduzido à Delegacia de Colniza para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Dia Nacional da MPB resgata história de resistência e inovação da música brasileira
O Brasil celebra, neste sábado, o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, instituído por meio da lei federal 12.624, de 2012. A data escolhida, 17 de outubro, é em alusão ao nascimento da compositora e Chiquinha Gonzaga, mulher vanguardista que, em 1899 compôs a canção que conhecemos como primeira marchinha: Ô, Abre Alas.
A MPB, que conhecemos como gênero musical, não é filha diretamente da produção de marchinhas ou choros, grandes composições de Chiquinha Gonzaga. Nasceu em meados da década de 1960, como evolução da bossa nova. O grande marco é a música Arrastão, com letra de Vinicius de Moraes e música de Edu Lobo, composta em 1965 e vencedora do 1º Festival da Música Popular Brasileira da TV Excelsior, na voz de Elis Regina.
Quem conta à Rádio Assembleia o contexto do surgimento da MPB é a professora Doutora do curso de Música da UFMT, Teresinha Prada.
E o diferencial desse gênero que surge pós bossa nova era propor experimentações de misturas de sonoridade que demonstram a pluralidade cultural brasileira. Buscava também o pertencimento nacional, privilegiando o violão, em detrimento da guitarra elétrica. Que também não ficou fora da MPB por muito tempo, pois foi incorporada ao gênero musical pelos tropicalistas, como Gilberto Gil e Caetano Veloso.
O surgimento da MPB, durante a ditadura militar brasileira, também é uma resposta poética e de contestação ao regime.
Dessa maneira, a sigla MPB passa a incorporar literalmente toda produção musical popular no Brasil, sendo reconhecida por artistas como Chico Buarque, Nara Leão e Geraldo Vandré, que privilegiam o violão, incorpora o choro e o samba, que são gêneros musicais anteriores à MPB, agrega mais instrumentos sonoros e abraça nomes como Rita Lee, Clara Nunes, Alceu Valença, Djavan, Tim Maia, Belchior e tantos outros, que experimentam o rock, o samba de terreiro, o baião, o soul e toda a riqueza cultural brasileira.
Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência
Foto: Helder Faria
Mato Grosso também contribui para a produção da Música Popular Brasileira, trazendo as identidades próprias do Estado, adicionando regionalismos e compondo a grande diversidade sonora do país, que chamamos de brasilidades.
Amor e Casa é um dos lançamentos mais recentes da cantora e compositora mato-grossense Lorena Ly, que também conversou com a Rádio Assembleia e destaca elementos regionais na composição de sua música.
Karola Nunes é também um dos grandes nomes da MPB produzida em Mato Grosso, seja na carreira solo, seja em grupos e bandas, como o grupo de samba Sasminina e a banda Calorosa.
Ao som de Malemá Tentiano, da Banda Calorosa, convidamos você, ouvinte da Rádio Assembleia, para continuar sintonizado, que aqui você vai ouvir a grande diversidade da MPB e o melhor da música mato-grossense.
Priscila Mendes, para a Rádio Assembleia
Fonte: ALMT – MT
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