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Polícia Civil prende irmãos envolvidos em furto e receptação em Várzea Grande

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Um crime de furto de aparelho celular ocorrido em um supermercado em Várzea Grande foi esclarecido pela Polícia Civil com a identificação da autora e do receptador do bem, assim como a devolução do aparelho à vítima.

Nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea (Derf-VG), dois irmãos foram identificados como envolvidos no crime. A mulher como autora do furto e o seu irmão como receptador do aparelho.

O furto ocorreu no dia 11 de janeiro, quando a suspeita subtraiu o aparelho celular que estava no balcão do supermercado e ainda utilizou o aplicativo do banco para fazer uma transferência de R$ 1 mil da conta da vítima.

Assim que tomou conhecimento dos fatos, a equipe da Derf-VG iniciou as diligências conseguindo identificar e localizar a mulher. Ao ser abordada pelos policiais, a investigada confessou a autoria do crime e disse que havia vendido o celular para o seu irmão, que pagou R$ 1 mil pelo aparelho, mesmo tendo conhecimento de se tratar de objeto de origem ilícita.

Em continuidade às investigações, os policiais seguiram até a residência do receptador onde conseguiram localizar em seu poder o aparelho celular furtado. Durante a abordagem policial, o suspeito desacatou a equipe de investigadores, preferindo palavras de baixo calão e ameaças contra os policiais, utilizando de uma faca para resistir à prisão.

Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Derf-VG, onde foi autuado em flagrante pelos crimes de receptação, desacato, resistência e desobediência, sendo posteriormente encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça. O celular apreendido com ele foi restituído à vítima.

A autora do furto também foi conduzida à delegacia, onde foi interrogada e posteriormente liberada, uma vez que não estava mais em situação de flagrante e responderá em inquérito policial pelos crimes de furto (do aparelho celular) e furto mediante fraude (relacionada à transferência bancária feita pelo telefone da vítima).

Fonte: Policia Civil MT – MT



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OPERAÇÃO DO GAECO: 15 vereadores de Cuiabá e Várzea Grande são investigados por suspeita de corrupção e compra de votos

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Investigação apura suposta negociação de apoio político para eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande e pagamento de “mesadas” em troca de silêncio.**

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, na manhã desta terça-feira (20), uma operação que tem como alvos 15 vereadores de Mato Grosso, sendo 13 de Várzea Grande e dois de Cuiabá. A investigação apura suspeitas de corrupção, compra de votos e negociações irregulares envolvendo a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Várzea Grande.

Além dos parlamentares, uma servidora pública e um suplente de vereador também estão entre os investigados.

De acordo com as informações divulgadas sobre a operação, o suposto esquema envolveria a negociação de votos e apoio político para definir o comando do Legislativo várzea-grandense. Os investigadores também apuram possíveis pagamentos de valores mensais, conhecidos como “mesadas”, que teriam sido utilizados para garantir o silêncio de envolvidos.

Durante a ação, equipes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. Entre os materiais recolhidos estão aparelhos celulares, que poderão contribuir para o aprofundamento das investigações.

### Disputa pelo comando da Câmara

A operação ocorre em meio aos desdobramentos da disputa pela presidência da Câmara Municipal de Várzea Grande, marcada pela tentativa de recondução de Wanderley Cerqueira ao comando da Casa Legislativa.

A eleição realizada em maio acabou sendo anulada por decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), ampliando a repercussão política e jurídica sobre a escolha da Mesa Diretora.

### Repercussão política

A investigação envolvendo 15 parlamentares das duas maiores cidades de Mato Grosso coloca o Legislativo municipal no centro de uma nova crise política.

O Gaeco busca esclarecer se houve utilização de vantagens financeiras para influenciar decisões parlamentares e garantir apoio dentro da Câmara.

As investigações seguem em andamento, e os envolvidos são considerados inocentes até eventual condenação definitiva. Até o momento, as suspeitas investigadas não representam comprovação de participação em crimes.

Matéria pronta para publicação, elaborada com base nas informações fornecidas. Recomendo confirmar os dados da operação com o Ministério Público antes da publicação.

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