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Polícia Civil fecha laboratório do tráfico de facção criminosa em Rondonópolis

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A Polícia Civil localizou, na tarde dessa segunda-feira (8.6), uma residência no bairro Jardim Nova Era, em Rondonópolis, que funcionava como laboratório do tráfico de drogas de uma facção criminosa.

A ação, realizada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, desarticulou o laboratório.

As investigações apontaram que o local era utilizado para o preparo e a adulteração de cocaína, por meio da mistura da droga com substâncias como cafeína e tetracaína, prática destinada a aumentar o volume do entorpecente e ampliar os lucros da facção criminosa.

O local foi descoberto durante investigações realizadas em continuidade à Operação Imperium, deflagrada em fevereiro de 2026, no decorrer do levantamento patrimonial do crime organizado. O laboratório funcionava sob a liderança do alvo “Vovózona”, principal investigado da operação.

No local, foram apreendidos aproximadamente 20kg de cocaína pura, diversos insumos usados na mistura e refino da droga, instrumentos, maquinários, R$ 3.674 em espécie e um veículo VW Voyage cinza.

Um homem, de 37 anos, que estava no local foi preso em flagrante por promover ou constituir organização criminosa, tráfico ilícito de drogas e associação para tráfico ilícito de drogas.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Assembleia nega repasses ao TCE por emendas parlamentares e explica ajuste no orçamento

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) afirmou que nunca realizou repasses de recursos ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) por meio de emendas parlamentares impositivas, sejam individuais ou de lideranças partidárias. O esclarecimento foi divulgado após a menção a uma emenda legislativa em investigação conduzida pela Polícia Federal envolvendo o órgão de controle.

Em nota, o Legislativo destacou que a emenda citada no inquérito não se trata de uma indicação parlamentar destinada a beneficiar o Tribunal de Contas, mas de uma emenda legislativa à Lei Orçamentária Anual (LOA). Esse instrumento é utilizado durante a tramitação de matérias na Assembleia para promover ajustes no texto de projetos de lei, propostas de emenda à Constituição e no próprio orçamento estadual.

Segundo a ALMT, a alteração mencionada teve como finalidade corrigir diferenças entre a previsão de arrecadação do Governo de Mato Grosso e os valores efetivamente registrados ao longo da execução orçamentária.

A Assembleia explicou que os repasses aos Poderes e órgãos autônomos, como Tribunal de Justiça, TCE, Ministério Público e Defensoria Pública, seguem percentuais e critérios definidos na legislação, tendo como referência a Receita Corrente Líquida (RCL) do Estado.

Quando a arrecadação supera as estimativas iniciais, podem ser necessários ajustes nos valores destinados a essas instituições. Nesses casos, cabe ao Executivo encaminhar à Assembleia propostas de adequação orçamentária, que são analisadas e formalizadas por meio de emendas legislativas à LOA.

O Legislativo sustenta que sua participação nesse processo não teve o objetivo de conceder recursos extras ou qualquer benefício extraordinário ao Tribunal de Contas. De acordo com a nota, a atuação buscou assegurar o cumprimento dos valores legalmente previstos para o TCE-MT e os demais órgãos autônomos, em conformidade com as regras constitucionais e orçamentárias.

A manifestação da Assembleia busca diferenciar a emenda legislativa mencionada na investigação das emendas parlamentares impositivas, que são instrumentos distintos de destinação de recursos públicos.



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