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Polícia Civil e TJ estudam recolhimento de fianças via cartão de débito

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Da Redação

Para maior transparência e segurança na guarda de valores em dinheiro, a Polícia Civil iniciou tratativas junto ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso, para implantar o sistema de recolhimento de fianças nos plantões de Cuiabá e Várzea Grande, via pagamento de cartão de débito. 

As reuniões estão ocorrendo por meio da Corregedoria do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por iniciativa da Coordenadoria de Plantão de Cuiabá e Várzea Grande. 

Atualmente, há dois sistemas de recolhimento de fianças aplicadas pelos delegados, um via o pagamento em espécie do dinheiro e por intermédio da guia de recolhimento emitida pelo site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. No entanto, nos finais de semana, devido a necessidade de  compensação bancária, há limitação bancária quanto aos valores, impossibilitando que fianças superiores a R$ 1.500, 00 sejam pagas na forma de boleto emitido pelo TJ. 

Conforme o delegado coordenador dos plantões de Cuiabá e Várzea Grande, Walter de Melo de Fonseca Junior, a máquina de débito não implica nos valores, podendo a fiança ser recolhida em qualquer horário ou dia da semana. Os dados do pagador como nome e o CPF devem constar no recibo, que ficará vinculado ao procedimento policial. 

Todo o dinheiro arrecadado por meio de fianças é direcionado a conta única da Justiça. Quando pago em espécie na Delegacia, o valor é depositado nessa conta pela Polícia Civil.

“Essa tratativa já vem ocorrendo há cerca de 2 meses e estamos avançando no sentido de implementar essa modalidade de recolhimento de fiança. Agora vamos aguardar análise do setor de arrecadação do TJ sobre a viabilidade”, disse o delegado.

 

Foto: Credinfo/Ilustrativa

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Mauro admite ajudar Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno: “muito provavelmente, vou ajudar”

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O ex-governador de Mato Grosso e candidato ao Senado Mauro Mendes (União) admitiu que poderá participar da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) caso a eleição presidencial avance para um segundo turno. A declaração foi dada na quarta-feira (30), após sabatina promovida pela Aprosoja-MT.

Mauro confirmou que recebeu uma ligação do senador Rogério Marinho (PL-RN), integrante da coordenação da campanha de Flávio. Segundo o candidato ao Senado, o contato tratou da possibilidade de reforçar a atuação da equipe em Brasília durante uma eventual segunda etapa da disputa.

Apesar de ter sido procurado, Mauro afirmou que ainda não respondeu ao pedido e que pretende aguardar o resultado do primeiro turno, marcado para domingo (4), antes de definir sua participação.

“Eu ouvi, não disse nem sim nem não, mas é algo que vamos esperar terminar o primeiro turno, para que, se um convite for feito para ajudar, muito provavelmente eu vá ajudar”, declarou.

O contato com Rogério Marinho já havia sido mencionado anteriormente por Cidinho Santos (PP), candidato a primeiro suplente na chapa de Mauro. Na ocasião, Cidinho afirmou que estava ao lado do ex-governador quando recebeu a ligação e que Marinho teria pedido uma participação mais efetiva de Mauro em Brasília caso a eleição presidencial chegasse ao segundo turno.

Possível participação em eventual governo

Durante a entrevista, Mauro também foi questionado sobre especulações de que poderia ocupar um ministério em um eventual governo de Flávio Bolsonaro. O candidato negou que tenha tratado do assunto com Rogério Marinho e afirmou que não existe, até o momento, qualquer convite ou negociação formal.

“É uma brincadeira, é uma suposição. Entre isso se tornar uma realidade como convite, existe um hiato muito grande, uma distância muito grande”, afirmou.

Mauro disse ainda que, neste momento, sua atenção está concentrada na eleição de domingo, quando Mato Grosso escolherá dois representantes para o Senado.

A eventual participação na campanha presidencial ocorreria após o primeiro turno e dependeria de um novo convite da coordenação da candidatura de Flávio. Até o momento, Mauro confirmou apenas o contato inicial e afirmou que não deu uma resposta definitiva.



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