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Polícia Civil cumpre mandado contra detento que estava dando golpes de dentro da PCE

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A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (20.5), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 29 anos, que já está recluso na Penitenciária Central do Estado (PCE), mas seguia cometendo golpes de dentro da unidade prisional.

O mandado foi expedido pela 2ª Vara Criminal de Águas Claras, após o detento aplicar golpes do tipo “sextorsão”, também conhecido como “golpe da novinha”, em que a vítima é ameaçada de ter imagens íntimas divulgadas para extorsão financeira.

O suspeito foi identificado através do serviço de inteligência da Delegacia Especializada de Repressão de Crimes Informáticos (DRCI) e localizado recluso na PCE, onde foi cumprido o mandado de prisão, na tarde desta quarta-feira (20.5), por equipes da DRCI, pelo crime de estelionato.

O delegado Sued Dias Júnior, titular da Delegacia Especializada de Repressão de Crimes Informáticos (DRCI), orientou que a população sempre desconfie de ameaças recebidas por aplicativos e nunca realize transferências financeiras sem confirmação dos fatos.

“Esse tipo de crime causa prejuízos financeiros e também abalos emocionais às vítimas. É fundamental que a população denuncie e procure a polícia ao perceber qualquer tentativa de extorsão. As investigações seguem para identificar outros possíveis envolvidos”, destacou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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OPERAÇÃO DO GAECO: 15 vereadores de Cuiabá e Várzea Grande são investigados por suspeita de corrupção e compra de votos

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Investigação apura suposta negociação de apoio político para eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande e pagamento de “mesadas” em troca de silêncio.**

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, na manhã desta terça-feira (20), uma operação que tem como alvos 15 vereadores de Mato Grosso, sendo 13 de Várzea Grande e dois de Cuiabá. A investigação apura suspeitas de corrupção, compra de votos e negociações irregulares envolvendo a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Várzea Grande.

Além dos parlamentares, uma servidora pública e um suplente de vereador também estão entre os investigados.

De acordo com as informações divulgadas sobre a operação, o suposto esquema envolveria a negociação de votos e apoio político para definir o comando do Legislativo várzea-grandense. Os investigadores também apuram possíveis pagamentos de valores mensais, conhecidos como “mesadas”, que teriam sido utilizados para garantir o silêncio de envolvidos.

Durante a ação, equipes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. Entre os materiais recolhidos estão aparelhos celulares, que poderão contribuir para o aprofundamento das investigações.

### Disputa pelo comando da Câmara

A operação ocorre em meio aos desdobramentos da disputa pela presidência da Câmara Municipal de Várzea Grande, marcada pela tentativa de recondução de Wanderley Cerqueira ao comando da Casa Legislativa.

A eleição realizada em maio acabou sendo anulada por decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), ampliando a repercussão política e jurídica sobre a escolha da Mesa Diretora.

### Repercussão política

A investigação envolvendo 15 parlamentares das duas maiores cidades de Mato Grosso coloca o Legislativo municipal no centro de uma nova crise política.

O Gaeco busca esclarecer se houve utilização de vantagens financeiras para influenciar decisões parlamentares e garantir apoio dentro da Câmara.

As investigações seguem em andamento, e os envolvidos são considerados inocentes até eventual condenação definitiva. Até o momento, as suspeitas investigadas não representam comprovação de participação em crimes.

Matéria pronta para publicação, elaborada com base nas informações fornecidas. Recomendo confirmar os dados da operação com o Ministério Público antes da publicação.

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