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Polícia Civil cumpre 74 mandados de prisão contra foragidos em oito dias

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A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou a Operação Malha Fina, sendo cumpridos 74 mandados judiciais de prisão em todo Estado de Mato Grosso.

Entre os dias 25 de março e 1º de abril, foram realizadas diligências contínuas com foco na repressão qualificada contra pessoas procuradas pela Justiça, que respondem processos criminais ou condenações.

A operação foi realizada de forma integrada nas 15 regionais do Estado, visando retirar de circulação indivíduos considerados foragidos, garantindo maior segurança à população e reforçando o compromisso da instituição com o cumprimento da lei.

Durante oito dias consecutivos os policiais civis intensificaram as ações investigativas. Os alvos foram pessoas acusadas de diversos crimes graves como homicídio, roubo, estupro de vulnerável, entre outros.

Neste período foram 23 mandados cumpridos em Cuiabá e Várzea Grande, e 51 prisões efetuadas nos municípios mato-grossenses. Essa abrangência garantiu maior alcance e ampliação dos resultados da operação.

Dia D

Na quarta-feira (1º.4), a Polícia Civil intensificou as ações da Operação Malha Fina, buscando o cumprimento simultâneo dos mandados de prisão decretados tanto pelo Poder Judiciário de Mato Grosso como de outros estados da federação.

A mobilização envolveu equipes de policiais civis com objetivo de levantar endereços, localizar e prender indivíduos foragidos da Justiça, buscando a efetividade das decisões judiciais.

O trabalho foi realizado de forma coordenada pelas delegacias das Regionais de Água Boa, Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Guarantã do Norte, Juína, Nova Mutum, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra, além de Cuiabá e Várzea Grande..

Coordenação

A Operação Malha Fina foi coordenada pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) em conjunto com a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).

Foi elaborado o planejamento estratégico, que possibilitou reunir informações e organizar a logística e gestão do trabalho, com a validação das listas de alvos e distribuição para as equipes por área de atuação.

Desde o início da operação, na última quarta-feira (25.03), os policiais civis realizaram monitoramento contínuo de diligências em campo, que possibilitaram a identificação e localização de pessoas com pendências judiciais.

Apoio

A Operação Malha Filha contou com o apoio institucional da Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado, dando suporte à organização administrativa, sistematização das informações e articulação interna entre as unidades envolvidas.

Participaram da Operação Malha Fina, mais de 200 policiais civis das Diretorias Metropolitana, Interior e Atividades Especiais.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Wanderley classifica operação do Gaeco como “muito estranha” e nega apreensão em escritório

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), classificou como “muito estranha” a operação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) para investigar suspeitas de corrupção na eleição da Mesa Diretora do Legislativo municipal. A declaração foi feita na manhã desta terça-feira (20), quando ele chegou à sede da Câmara.

Ao conversar com jornalistas, Wanderley afirmou desconhecer os detalhes da investigação e negou que tenha ocorrido uma operação em sua residência. Ele também declarou que nada foi apreendido em seu escritório.

“Não teve operação na minha casa. Eu desconheço essa operação e acho muito estranho. Com mais de 30 denúncias [contra] a prefeita. Não me inteirei dos fatos, mas acho muito estranha essa operação. No meu escritório não apreendeu nada”, disse o presidente.

Durante a fala, o parlamentar mencionou a existência de mais de 30 denúncias contra a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL).

Investigação apura eleição da Mesa Diretora

A operação do Gaeco busca apurar possíveis irregularidades na disputa pela Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande, realizada em maio. A investigação envolve suspeitas de compra de votos e outras possíveis práticas ilícitas relacionadas à eleição que escolheu Wanderley Cerqueira para a presidência no biênio 2027/2028.

A ação também alcança outros parlamentares e pessoas ligadas ao Legislativo. As diligências incluem mandados de busca e apreensão em municípios mato-grossenses, com o objetivo de reunir elementos para esclarecer os fatos investigados.

A manifestação de Wanderley ocorre em meio à repercussão da operação e à disputa política em torno do comando da Câmara. O presidente, no entanto, afirmou que ainda não havia se inteirado dos detalhes da investigação.

As suspeitas são objeto de apuração pelas autoridades competentes e não representam, por si só, comprovação de prática criminosa por parte dos investigados.



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