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Polícia Civil conduz homem por porte ilegal de arma de fogo até a delegacia

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Um homem, de 41 anos, foi conduzido pela Polícia Civil por porte ilegal de arma de fogo. A condução ocorreu nessa segunda-feira (6.4), em Rondolândia, distante 1.065km de Cuiabá.

A ação foi realizada a partir de denúncias anônimas de que o homem e outros trabalhadores de uma fazenda agropecuária estariam andando armados e também fazendo uso de entorpecentes no interior do ônibus que realiza o transporte dos funcionários da respectiva fazenda.

Diante das informações, uma equipe policial da Delegacia de Rondolândia procedeu diligências investigativas com intuito de apurar a veracidade dos fatos.

No decorrer das diligências, o ônibus foi avistado, seguindo em direção ao km 70, na área rural de rondolândia. Durante a abordagem, um funcionário informou que portava uma arma de fogo do tipo revólver, calibre 38 e treze munições do mesmo calibre, que estavam guardados em uma bolsa no compartimento de bagagem no interior do ônibus.

Outro funcionário declarou ser usuário de drogas e informou que havia, em sua bolsa localizada na poltrona do ônibus, um dichavador contendo aproximadamente uma grama de substância análoga à maconha.

Um terceiro funcionário informou que possuía em sua bolsa uma porção de substância análoga à maconha e meio cigarro da mesma substância, afirmando que adquiriu o entorpecente na cidade de Monte Negro (RO), pelo valor de R$ 80 reais.

Diante dos fatos, foi realizada a apreensão dos materiais e a condução dos envolvidos à Delegacia de Polícia de Rondolândia para os devidos esclarecimentos e providências legais cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Bruno Rios registra boletim contra Wanderley e afirma que não responderá por atos do presidente

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O vereador Bruno Rios (PL) registrou um boletim de ocorrência contra o presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), após relatar ter sido ameaçado durante uma sessão legislativa na terça-feira (20). O episódio ocorreu poucas horas depois da deflagração da Operação Cathedra Venalis, que investiga suspeitas de corrupção e compra de votos relacionadas à eleição da Mesa Diretora.

Em entrevista concedida nesta quarta-feira (21), Bruno afirmou que Wanderley deu um tapa em seu ombro esquerdo e disse que ele iria “pagar”. O vereador declarou que não aceita ser responsabilizado pelas investigações que atingem o presidente do Legislativo.

“Ele me falando: ‘Você vai me pagar, meu filho’. Naquele momento, eu simplesmente indaguei: ‘Pagar o quê? O que eu estou te devendo?’. Não estou te devendo nada. Não adianta o senhor querer procurar em mim culpado pelos seus atos”, relatou.

Bruno afirmou que pretende encaminhar o registro policial aos responsáveis pela investigação. Segundo ele, a abordagem ocorreu em meio à repercussão da operação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), que colocou Wanderley entre os alvos.

“Eu respondo pelos meus atos e não pelos seus atos. Eu acredito que tudo que está acontecendo foi em decorrência dos atos dele e do grupo dele, pelo formato de fazer aquela política”, declarou.

Durante a entrevista, Bruno também negou ter sido responsável pela denúncia que deu origem à investigação do Gaeco. Ele explicou que sua atuação contra Wanderley ocorreu por meio de medidas judiciais relacionadas à eleição da Mesa Diretora.

“Eu sou autor da ação no STF e dos mandados de segurança. Desses eu sou autor”, afirmou.

O parlamentar disse ainda que não teve acesso integral ao inquérito e que busca consultar os documentos para compreender os elementos reunidos pelos investigadores.

A Operação Cathedra Venalis apura suspeitas de compra de votos, corrupção e possível atuação de uma organização criminosa na disputa pelo comando da Câmara de Várzea Grande. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão contra vereadores do município e também alcançou parlamentares de Cuiabá.

Disputa pela Mesa Diretora continua

Além do boletim de ocorrência, Bruno voltou a cobrar a convocação de uma nova eleição para a Mesa Diretora. A votação realizada em maio, que terminou com a vitória de Wanderley por 12 votos a 11, foi anulada posteriormente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O vereador sustenta que o presidente precisa convocar um novo pleito e afirma que o grupo liderado por Lucas do Chapéu do Sol (PL) mantém a candidatura para a disputa.

“A eleição está nula e ele tem que convocar a nova eleição”, declarou.

Bruno também criticou a articulação política que antecedeu a votação de maio e questionou a realização de uma reunião de vereadores em uma chácara antes do pleito. Segundo ele, o grupo de Wanderley teria alimentado a expectativa de que a prefeita Flávia Moretti (PL) seria cassada pela Justiça Eleitoral e que integrantes do grupo poderiam ocupar cargos na administração municipal. Essas afirmações representam a versão do vereador e não devem ser confundidas com fatos comprovados pela investigação.

O boletim de ocorrência formaliza a denúncia de Bruno sobre a suposta ameaça. A apuração do episódio e das suspeitas relacionadas à eleição da Mesa Diretora cabe às autoridades competentes.



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