Polícia

Polícia Civil apreende adolescente de 16 anos envolvido em homicídio em Colniza

Publicado em

Polícia


Policiais civis da Delegacia de Colniza apreenderam na manhã deste domingo (8.2) mais um dos envolvidos no homicídio e ocultação de cadáver de um jovem, ocorrido no município. A ação resultou ainda na localização do corpo de João Vitor Ricardo de Amorim, de 20 anos, que até então ainda não havia sido encontrado.

O adolescente, de 16 anos, estava com o mandado de busca e apreensão decretado pela Justiça por envolvimento no sequestro, homicídio e ocultação de cadáver da vítima. Outros dois faccionados, de 18 anos, que participaram do crime, também já tiveram mandados de prisão cumpridos.

A vítima estava desaparecida desde o dia 28 de janeiro, quando saiu de casa para trabalhar, porém não chegou ao serviço e não deu mais notícias. As investigações apontam que o jovem havia saído da cadeia recentemente e tinha envolvimento com facções criminosas.

A motivação do crime estaria relacionada ao um acerto de contas. com integrantes da facção. O jovem teria sido sequestrado, torturado e executado por membros do grupo criminoso, que posteriormente ocultaram o corpo, que até o momento não foi localizado.

Após os fatos, o adolescente apreendido neste domingo (8) havia deixado Colniza, porém retornou à cidade nesta semana. Com base nesta informação, a equipe da Polícia Civil realizou diligências em lugares frequentados pelo menor, conseguindo localizá-lo em um bar da cidade.

Questionado, ele confessou a participação no homicídio e indicou o local onde o corpo da vítima estava ocultado. Em continuidade as diligências, os policiais foram até o local, onde encontraram a vítima enterrada. O corpo foi desenterrado e retirado do local para as providências cabíveis.

O menor foi conduzido à Delegacia de Colniza e posteriormente será colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

Publicados

em


O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA