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Operações em Cáceres prendem seis suspeitos e apreendem cinco armas de fogo e drogas em menos de 24 horas

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Em menos de 24 horas, ações integradas das forças de segurança em Cáceres, a 220 km de Cuiabá, resultaram na prisão de seis suspeitos e apreensão de cinco armas de fogo, munições e drogas. As operações fazem parte das estratégias do programa Tolerância Zero às Facções Criminosas, voltado ao combate organizado ao crime no estado.

As ocorrências tiveram início na quarta-feira (18.3), quando equipes apreenderam um adolescente de 15 anos, suspeito de tentativa de homicídio. Na mesma ação, um homem e uma mulher, ambos de 34 anos, foram presos por porte ilegal de arma de fogo.

Ainda no mesmo dia, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) apreendeu uma espingarda calibre 12 e aproximadamente três quilos de substância análoga à cocaína, durante buscas em uma residência no bairro Cavalhada, utilizada como ponto de apoio de facção criminosa.

Já na quinta-feira (19), após denúncia de disparos de arma de fogo, equipes do 6º Batalhão da Polícia Militar, com apoio da Força Tática, Gefron e Draco, realizaram cerco a uma residência. Durante a abordagem, houve reação por parte dos suspeitos, com disparos contra os policiais, sendo necessário o uso proporcional da força. Um dos envolvidos foi baleado e encaminhado ao Hospital Regional.

Na mesma ocorrência, foram presos dois adultos, de 24 e 21 anos, e apreendido um adolescente de 17 anos, todos em posse de armas de fogo. Também foram recolhidos revólveres, pistola, munições, porções de entorpecentes, um carregador de arma, um aparelho celular e uma motocicleta com sinais de adulteração.

Os suspeitos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Judiciária Civil, onde foram autuados por crimes como organização criminosa, tentativa de homicídio, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, violação de domicílio e corrupção de menores.

As ações contaram com a atuação integrada do 6º BPM, Força Tática, Gefron, Bope, Draco/PJC, Canilfron, Ciosp e equipes de inteligência, reforçando a presença do Estado e a intensificação das operações de enfrentamento à criminalidade na região.

*Sob supervisão de Alecy Alves

Fonte: PM MT – MT



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OPERAÇÃO DO GAECO: 15 vereadores de Cuiabá e Várzea Grande são investigados por suspeita de corrupção e compra de votos

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Investigação apura suposta negociação de apoio político para eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande e pagamento de “mesadas” em troca de silêncio.**

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, na manhã desta terça-feira (20), uma operação que tem como alvos 15 vereadores de Mato Grosso, sendo 13 de Várzea Grande e dois de Cuiabá. A investigação apura suspeitas de corrupção, compra de votos e negociações irregulares envolvendo a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Várzea Grande.

Além dos parlamentares, uma servidora pública e um suplente de vereador também estão entre os investigados.

De acordo com as informações divulgadas sobre a operação, o suposto esquema envolveria a negociação de votos e apoio político para definir o comando do Legislativo várzea-grandense. Os investigadores também apuram possíveis pagamentos de valores mensais, conhecidos como “mesadas”, que teriam sido utilizados para garantir o silêncio de envolvidos.

Durante a ação, equipes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. Entre os materiais recolhidos estão aparelhos celulares, que poderão contribuir para o aprofundamento das investigações.

### Disputa pelo comando da Câmara

A operação ocorre em meio aos desdobramentos da disputa pela presidência da Câmara Municipal de Várzea Grande, marcada pela tentativa de recondução de Wanderley Cerqueira ao comando da Casa Legislativa.

A eleição realizada em maio acabou sendo anulada por decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), ampliando a repercussão política e jurídica sobre a escolha da Mesa Diretora.

### Repercussão política

A investigação envolvendo 15 parlamentares das duas maiores cidades de Mato Grosso coloca o Legislativo municipal no centro de uma nova crise política.

O Gaeco busca esclarecer se houve utilização de vantagens financeiras para influenciar decisões parlamentares e garantir apoio dentro da Câmara.

As investigações seguem em andamento, e os envolvidos são considerados inocentes até eventual condenação definitiva. Até o momento, as suspeitas investigadas não representam comprovação de participação em crimes.

Matéria pronta para publicação, elaborada com base nas informações fornecidas. Recomendo confirmar os dados da operação com o Ministério Público antes da publicação.

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