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Operação Lei Seca: Quinze pessoas são presas por dirigir embriagadas em Cuiabá

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Da Redação

 

Quinze pessoas foram presas por dirigir sob efeito de bebidas alcoólicas durante a Operação Lei Seca, realizada na madrugada do feriado de 1º de Maio, na Avenida Getúlio Vargas em Cuiabá. Ao todo, foram recolhidos 30 carros e quatro motos. Foram aplicados 105 testes de alcoolemia. A ação também resultou em 28 CNHs e 13 documentos de carros recolhidos.

A ação conjunta envolveu o Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública, Batalhão de Trânsito, 10º Batalhão, Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Judiciária Civil e a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob). A operação começou à 01h e foi concluída as 7h15.

O coordenador do GGI, tenente-coronel PM Gibson Almeida Costa Júnior, disse que este ano as operações Lei Seca serão intensificadas em relação ao ano passado. “Elas serão mais rotineiras tanto em Cuiabá como no interior. Além da parte repressiva, vamos trabalhar a prevenção, pois muitos condutores ainda insistem em ingerir bebida alcoólica e assumir a direção do veículo”, enfatizou.

A multa para o motorista que é flagrado dirigindo sob efeito alcoólico é de R$ 2.934,70. No momento do teste do bafômetro, o condutor que tiver índice de álcool no sangue superior a 0,33 miligramas por litro de ar expelido será preso, pagará multa, terá a CNH suspensa e responderá por crime. A pena é de detenção que varia entre seis meses a três anos.

Quando a quantidade de álcool for abaixo de 0,33mg/l, o condutor é autuado, tem a CNH retida e paga multa.

Balanço

Em Mato Grosso, 83 motoristas foram presos em flagrante por embriaguez ao volante até o dia 21 de abril deste ano. Foram realizadas 15 edições da Operação Lei Seca e ao todo foram lavrados 662 Autos de Infração de Trânsito (AIT), 184 habilitações foram recolhidas e 1.665 testes de alcoolemia realizados. A operação foi realizada nos municípios de Cuiabá, Campo Novo do Parecis, Rondonópolis e Sorriso.

De 2015 a 2018 foram 192 operações Lei Seca realizadas em 16 municípios, que resultaram em 696 motoristas presos, a maioria por dirigir sob influência de álcool. Outros 2.880 Autos de Infração de Trânsito (AIT) foram confeccionados por irregularidades do condutor ou veículo.

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Mauro admite ajudar Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno: “muito provavelmente, vou ajudar”

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O ex-governador de Mato Grosso e candidato ao Senado Mauro Mendes (União) admitiu que poderá participar da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) caso a eleição presidencial avance para um segundo turno. A declaração foi dada na quarta-feira (30), após sabatina promovida pela Aprosoja-MT.

Mauro confirmou que recebeu uma ligação do senador Rogério Marinho (PL-RN), integrante da coordenação da campanha de Flávio. Segundo o candidato ao Senado, o contato tratou da possibilidade de reforçar a atuação da equipe em Brasília durante uma eventual segunda etapa da disputa.

Apesar de ter sido procurado, Mauro afirmou que ainda não respondeu ao pedido e que pretende aguardar o resultado do primeiro turno, marcado para domingo (4), antes de definir sua participação.

“Eu ouvi, não disse nem sim nem não, mas é algo que vamos esperar terminar o primeiro turno, para que, se um convite for feito para ajudar, muito provavelmente eu vá ajudar”, declarou.

O contato com Rogério Marinho já havia sido mencionado anteriormente por Cidinho Santos (PP), candidato a primeiro suplente na chapa de Mauro. Na ocasião, Cidinho afirmou que estava ao lado do ex-governador quando recebeu a ligação e que Marinho teria pedido uma participação mais efetiva de Mauro em Brasília caso a eleição presidencial chegasse ao segundo turno.

Possível participação em eventual governo

Durante a entrevista, Mauro também foi questionado sobre especulações de que poderia ocupar um ministério em um eventual governo de Flávio Bolsonaro. O candidato negou que tenha tratado do assunto com Rogério Marinho e afirmou que não existe, até o momento, qualquer convite ou negociação formal.

“É uma brincadeira, é uma suposição. Entre isso se tornar uma realidade como convite, existe um hiato muito grande, uma distância muito grande”, afirmou.

Mauro disse ainda que, neste momento, sua atenção está concentrada na eleição de domingo, quando Mato Grosso escolherá dois representantes para o Senado.

A eventual participação na campanha presidencial ocorreria após o primeiro turno e dependeria de um novo convite da coordenação da candidatura de Flávio. Até o momento, Mauro confirmou apenas o contato inicial e afirmou que não deu uma resposta definitiva.



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