Contrato Temporário
Gabarito preliminar do processo seletivo do Corpo de Bombeiros é divulgado
Os exames ocorreram em Cuiabá e em mais 31 municípios do estado, sem nenhuma intercorrência.
Polícia
Nesta segunda-feira (20) os gabaritos preliminares das provas objetivas do processo seletivo simplificado do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBMMT) foi divulgado, as vagas são para formação de cadastro de reserva nos cargos de soldado BM de segunda classe (auxiliar de bombeiro) e soldado BM de saúde de segunda classe (técnico de enfermagem).
As provas foram aplicadas no último domingo (19), pelo Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Selecon), em dois turnos. No período matutino, os candidatos fizeram a prova para o cargo de soldado BM de segunda classe, e no período vespertino, para o cargo de soldado BM de saúde de segunda classe.
Além do gabarito, também estão disponíveis para consulta os cadernos das provas raplicadas. O prazo para entrega de recursos contra o gabarito vai até o dia 21 de janeiro. Já o resultado final das provas objetivas está previsto para o dia 27 de janeiro, quando será publicada também a lista de convocados para o Teste de Aptidão Física (TAF) e para a Avaliação de Títulos.
Um total de 7.008 pessoas se inscreveu para o seletivo. Os exames ocorreram em Cuiabá e em mais 31 municípios do estado, sem nenhuma intercorrência.
Confira aqui o gabarito oficial https:/http://Gabarito Oficial/anexos.cdn.selecao.net.br/uploads/779/concursos/44/anexos/ccd0945f-9fab-4151-8d9b-e2198c863ad5.pdf
Polícia
Bruno Rios registra boletim contra Wanderley e afirma que não responderá por atos do presidente
O vereador Bruno Rios (PL) registrou um boletim de ocorrência contra o presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), após relatar ter sido ameaçado durante uma sessão legislativa na terça-feira (20). O episódio ocorreu poucas horas depois da deflagração da Operação Cathedra Venalis, que investiga suspeitas de corrupção e compra de votos relacionadas à eleição da Mesa Diretora.
Em entrevista concedida nesta quarta-feira (21), Bruno afirmou que Wanderley deu um tapa em seu ombro esquerdo e disse que ele iria “pagar”. O vereador declarou que não aceita ser responsabilizado pelas investigações que atingem o presidente do Legislativo.
“Ele me falando: ‘Você vai me pagar, meu filho’. Naquele momento, eu simplesmente indaguei: ‘Pagar o quê? O que eu estou te devendo?’. Não estou te devendo nada. Não adianta o senhor querer procurar em mim culpado pelos seus atos”, relatou.
Bruno afirmou que pretende encaminhar o registro policial aos responsáveis pela investigação. Segundo ele, a abordagem ocorreu em meio à repercussão da operação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), que colocou Wanderley entre os alvos.
“Eu respondo pelos meus atos e não pelos seus atos. Eu acredito que tudo que está acontecendo foi em decorrência dos atos dele e do grupo dele, pelo formato de fazer aquela política”, declarou.
Durante a entrevista, Bruno também negou ter sido responsável pela denúncia que deu origem à investigação do Gaeco. Ele explicou que sua atuação contra Wanderley ocorreu por meio de medidas judiciais relacionadas à eleição da Mesa Diretora.
“Eu sou autor da ação no STF e dos mandados de segurança. Desses eu sou autor”, afirmou.
O parlamentar disse ainda que não teve acesso integral ao inquérito e que busca consultar os documentos para compreender os elementos reunidos pelos investigadores.
A Operação Cathedra Venalis apura suspeitas de compra de votos, corrupção e possível atuação de uma organização criminosa na disputa pelo comando da Câmara de Várzea Grande. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão contra vereadores do município e também alcançou parlamentares de Cuiabá.
Disputa pela Mesa Diretora continua
Além do boletim de ocorrência, Bruno voltou a cobrar a convocação de uma nova eleição para a Mesa Diretora. A votação realizada em maio, que terminou com a vitória de Wanderley por 12 votos a 11, foi anulada posteriormente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O vereador sustenta que o presidente precisa convocar um novo pleito e afirma que o grupo liderado por Lucas do Chapéu do Sol (PL) mantém a candidatura para a disputa.
“A eleição está nula e ele tem que convocar a nova eleição”, declarou.
Bruno também criticou a articulação política que antecedeu a votação de maio e questionou a realização de uma reunião de vereadores em uma chácara antes do pleito. Segundo ele, o grupo de Wanderley teria alimentado a expectativa de que a prefeita Flávia Moretti (PL) seria cassada pela Justiça Eleitoral e que integrantes do grupo poderiam ocupar cargos na administração municipal. Essas afirmações representam a versão do vereador e não devem ser confundidas com fatos comprovados pela investigação.
O boletim de ocorrência formaliza a denúncia de Bruno sobre a suposta ameaça. A apuração do episódio e das suspeitas relacionadas à eleição da Mesa Diretora cabe às autoridades competentes.
-
Polícia2 dias atrásOPERAÇÃO DO GAECO: 15 vereadores de Cuiabá e Várzea Grande são investigados por suspeita de corrupção e compra de votos
-
Cidades7 dias atrásGoverno apresenta balanço de metas e investimentos na Assembleia Legislativa
-
Opinião5 dias atrásEu acredito que Cuiabá pode ser muito maior do que é hoje
-
Cidades7 dias atrásAção da Prefeitura libera calçadas e recebe aprovação de moradores em Cuiabá
-
Polícia6 dias atrásPivetta estuda extinguir secretarias e reorganizar estrutura do Governo de MT
-
Economia6 dias atrásAnac estabelece regras mais restritivas para aviação em Congonhas (SP)
-
Política2 dias atrásTião da Zaeli defende Coronel Assis para disputar Prefeitura de Várzea Grande
-
Mato Grosso6 dias atrásWebinar reunirá especialistas para debater IA e segurança jurídica

