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Força Tática prende dupla e apreende drogas e ovos de Páscoa que seriam distribuídos por facção criminosa

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Policiais militares da Força Tática do 5º Comando Regional prenderam dois homens, de 21 e 26 anos, por tráfico de drogas e promoção de facção criminosa, na noite desta quinta-feira (2.4), em Barra do Garças. Com a dupla, foram apreendidas porções de drogas e 30 ovos de Páscoa que seriam entregues em um bairro da cidade.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe policial recebeu informações sobre dois membros de uma facção criminosa que organizavam um evento de Páscoa, com finalidade de cooptar jovens para o crime. Ainda segundo a denúncia, os suspeitos também ordenaram que moradores fizessem transferências via Pix para compra de materiais para o evento.

Com as informações recebidas, os policiais seguiram ao endereço informado e encontraram um dos suspeitos na área externa da casa. Ele tentou correr para o interior do imóvel, ao ver as viaturas militares, e foi detido pela PM. Ainda na casa, o segundo suspeito também foi encontrado e detido.

Dentro da residência foram encontradas 25 porções de maconha e cocaína, além de materiais para o tráfico de drogas. Os policiais também encontraram 30 ovos de chocolate embalados com papel alumínio e com as iniciais de uma facção criminosa.

Os suspeitos foram identificados com passagens policiais por vários tipos de crimes, entre eles: tráfico e uso ilícito de drogas, lesão corporal, violência doméstica, ameaça, injúria e furto.

Eles não se pronunciaram sobre a procedência dos materiais ilícitos e receberam voz de prisão, sendo conduzidos para a delegacia da cidade, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais procedimentos.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT



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Após veto de Toffoli, YouTube e Instagram derrubam contas de Renan Santos no Brasil

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A campanha presidencial de Renan Santos (Missão) sofreu um novo impacto nesta segunda-feira (31). Horas depois de o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar restrições à candidatura, as contas do candidato no YouTube e no Instagram foram derrubadas no Brasil.

A suspensão dos perfis ocorre no mesmo dia em que Toffoli decidiu interromper parte das atividades da campanha de Renan, proibindo a realização de propaganda eleitoral digital, a participação em debates e entrevistas e também suspendendo o recebimento e uso de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).

A decisão do ministro está relacionada à forma como os perfis utilizados pela candidatura foram informados à Justiça Eleitoral. Segundo Toffoli, Renan e seu candidato a vice, Aroldo Medina, comunicaram inicialmente apenas parte dos canais utilizados na campanha e outros perfis foram incluídos posteriormente, fora do prazo previsto.

Para o ministro, a situação pode ter comprometido a igualdade entre os candidatos, já que as regras eleitorais estabelecem restrições à recomendação algorítmica de conteúdos de perfis oficiais durante o período de campanha. A suspeita é de que contas não registradas tenham continuado a alcançar usuários enquanto outros candidatos estavam sujeitos às limitações impostas pelas plataformas.

Com a decisão, Renan ficou impedido de utilizar os canais digitais abrangidos pela determinação judicial para propaganda eleitoral. A medida também o proibiu temporariamente de participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação, além de bloquear o acesso aos recursos do Fundo Eleitoral.

Na noite de segunda-feira, a situação ganhou um novo capítulo. A própria equipe do candidato informou que o canal de Renan no YouTube e seu perfil no Instagram passaram a ficar indisponíveis para acesso no Brasil. Ao tentar acessar as páginas, usuários passaram a encontrar mensagens indicando que os conteúdos não estavam disponíveis.

O episódio representa um duro golpe para uma candidatura cuja estratégia é fortemente baseada justamente na presença digital. O partido Missão é uma legenda de estrutura reduzida e não possui grande espaço nos meios tradicionais de campanha, fazendo das redes sociais uma das principais ferramentas de comunicação com o eleitorado.

Renan reagiu à decisão de Toffoli e classificou a medida como um “absurdo jurídico”. O candidato afirma que pretende recorrer e sustenta que houve problemas no sistema de cadastro dos perfis junto à Justiça Eleitoral.

Enquanto o recurso não é analisado, a candidatura de Renan enfrenta um cenário inédito: com restrições à propaganda digital, sem acesso ao Fundo Eleitoral e fora dos debates, o candidato vê justamente suas principais formas de exposição política ficarem temporariamente bloqueadas.



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