Polícia
Cavalaria da PM prende mulher com entorpecentes, pistola e munições
Polícia
Policiais militares da Cavalaria da PM e do 26º Batalhão prenderam uma mulher, de 32 anos, por tráfico ilícito de drogas e porte ilegal de arma de fogo, na noite desta quinta-feira (26.3), em Nova Mutum. Com a suspeita, foram apreendidas 22 porções de maconha, cocaína e pasta base, uma pistola e 23 munições, e uma quantia de R$ 522 em dinheiro.
As equipes policiais receberam uma denúncia de que uma mulher estava utilizando uma residência como ponto de apoio de uma facção criminosa, no bairro Edelmina Querubim. Diante das informações, os policiais se deslocaram ao endereço indicado e flagraram um homem, que fugiu ao ver a viatura dispensando uma porção de maconha ao solo.
Em seguida, as equipes se aproximaram da residência e flagraram uma mulher, que tentou quebrar o celular ao ver a presença policial. Durante a abordagem, a mulher relatou à PM ser apenas usuária. Na sequência, em busca na residência, os policiais localizaram um tablete e nove porções de maconha, uma porção de pasta base e dez porções de cocaína.
Logo após a localização do material ilícito, a suspeita confessou a comercialização dos entorpecentes a mando de uma facção criminosa. Em um dos cômodos da residência, os militares encontraram uma pistola e 23 munições de calibre .9mm, uma quantia em dinheiro e material de preparo dos entorpecentes.
Diante do flagrante, a suspeita foi encaminhada para a delegacia, junto com o material apreendido, para as providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Após veto de Toffoli, YouTube e Instagram derrubam contas de Renan Santos no Brasil
A campanha presidencial de Renan Santos (Missão) sofreu um novo impacto nesta segunda-feira (31). Horas depois de o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar restrições à candidatura, as contas do candidato no YouTube e no Instagram foram derrubadas no Brasil.
A suspensão dos perfis ocorre no mesmo dia em que Toffoli decidiu interromper parte das atividades da campanha de Renan, proibindo a realização de propaganda eleitoral digital, a participação em debates e entrevistas e também suspendendo o recebimento e uso de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).
A decisão do ministro está relacionada à forma como os perfis utilizados pela candidatura foram informados à Justiça Eleitoral. Segundo Toffoli, Renan e seu candidato a vice, Aroldo Medina, comunicaram inicialmente apenas parte dos canais utilizados na campanha e outros perfis foram incluídos posteriormente, fora do prazo previsto.
Para o ministro, a situação pode ter comprometido a igualdade entre os candidatos, já que as regras eleitorais estabelecem restrições à recomendação algorítmica de conteúdos de perfis oficiais durante o período de campanha. A suspeita é de que contas não registradas tenham continuado a alcançar usuários enquanto outros candidatos estavam sujeitos às limitações impostas pelas plataformas.
Com a decisão, Renan ficou impedido de utilizar os canais digitais abrangidos pela determinação judicial para propaganda eleitoral. A medida também o proibiu temporariamente de participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação, além de bloquear o acesso aos recursos do Fundo Eleitoral.
Na noite de segunda-feira, a situação ganhou um novo capítulo. A própria equipe do candidato informou que o canal de Renan no YouTube e seu perfil no Instagram passaram a ficar indisponíveis para acesso no Brasil. Ao tentar acessar as páginas, usuários passaram a encontrar mensagens indicando que os conteúdos não estavam disponíveis.
O episódio representa um duro golpe para uma candidatura cuja estratégia é fortemente baseada justamente na presença digital. O partido Missão é uma legenda de estrutura reduzida e não possui grande espaço nos meios tradicionais de campanha, fazendo das redes sociais uma das principais ferramentas de comunicação com o eleitorado.
Renan reagiu à decisão de Toffoli e classificou a medida como um “absurdo jurídico”. O candidato afirma que pretende recorrer e sustenta que houve problemas no sistema de cadastro dos perfis junto à Justiça Eleitoral.
Enquanto o recurso não é analisado, a candidatura de Renan enfrenta um cenário inédito: com restrições à propaganda digital, sem acesso ao Fundo Eleitoral e fora dos debates, o candidato vê justamente suas principais formas de exposição política ficarem temporariamente bloqueadas.
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