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12 mil mídias piratas foram apreendidas na Capital

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Da Redação

Uma operação integrada da Delegacia Especializada do Consumidor (Decon) e Procon Municipal foi deflagrada na manhã desta terça-feira (21.05) com objetivo de combater a comercializaçõa de produtos piratas na Capital. A ação realizada no local conhecido como “Shopping China”, no Centro de Cuiabá, resultou na apreensão de mais de 12 mil mídias piratas, entre CD’s e DVD’s.

O estabelecimento é formado por várias pequenas lojas, denominadas “boxes” de comercialização de produtos, sendo dois pontos alvos da operação. Em uma das lojas foram apreendidas 10.656 mil mídias piratas e no segundo “box” fiscalizado foram encontradas mais 2.065 mídias falsificadas, totalizando 12.721 CD’s e DVD’s apreendidos.

Os responsáveis pelas lojas foram encaminhados a Decon, onde foram interrogados pelo delegado Antônio Carlos Araújo e responderão pelo crime de violação de direito autoral, previsto no artigo 184, paragrafo 2º, do Código Penal.

“O superior Tribunal de Justiça, pacificou o entendimento sobre o assunto, editou a Súmula 502, que consolida a questão sobre a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas. Os envolvidos com o comércio irregular serão interrogados, sendo instaurado inquérito policial para apuração da conduta e responsabilização dos envolvidos”, destacou o delegado.  De acordo com o titular da Decon, além de comercializar os produtos ilícitos, os proprietários dos boxes também não possuíam alvará de funcionamento. Araújo explicou que apesar de comum entre a sociedade, a prática de vender mídias piratas é crime e não se admite a aplicação do princípio da adequação social.

Participaram da operação, os policiais da Decon, os fiscais do Procon Municipal e com o apoio dos policiais civis da Diretoria de Execução Estratégica (DEE).

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Mauro admite ajudar Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno: “muito provavelmente, vou ajudar”

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O ex-governador de Mato Grosso e candidato ao Senado Mauro Mendes (União) admitiu que poderá participar da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) caso a eleição presidencial avance para um segundo turno. A declaração foi dada na quarta-feira (30), após sabatina promovida pela Aprosoja-MT.

Mauro confirmou que recebeu uma ligação do senador Rogério Marinho (PL-RN), integrante da coordenação da campanha de Flávio. Segundo o candidato ao Senado, o contato tratou da possibilidade de reforçar a atuação da equipe em Brasília durante uma eventual segunda etapa da disputa.

Apesar de ter sido procurado, Mauro afirmou que ainda não respondeu ao pedido e que pretende aguardar o resultado do primeiro turno, marcado para domingo (4), antes de definir sua participação.

“Eu ouvi, não disse nem sim nem não, mas é algo que vamos esperar terminar o primeiro turno, para que, se um convite for feito para ajudar, muito provavelmente eu vá ajudar”, declarou.

O contato com Rogério Marinho já havia sido mencionado anteriormente por Cidinho Santos (PP), candidato a primeiro suplente na chapa de Mauro. Na ocasião, Cidinho afirmou que estava ao lado do ex-governador quando recebeu a ligação e que Marinho teria pedido uma participação mais efetiva de Mauro em Brasília caso a eleição presidencial chegasse ao segundo turno.

Possível participação em eventual governo

Durante a entrevista, Mauro também foi questionado sobre especulações de que poderia ocupar um ministério em um eventual governo de Flávio Bolsonaro. O candidato negou que tenha tratado do assunto com Rogério Marinho e afirmou que não existe, até o momento, qualquer convite ou negociação formal.

“É uma brincadeira, é uma suposição. Entre isso se tornar uma realidade como convite, existe um hiato muito grande, uma distância muito grande”, afirmou.

Mauro disse ainda que, neste momento, sua atenção está concentrada na eleição de domingo, quando Mato Grosso escolherá dois representantes para o Senado.

A eventual participação na campanha presidencial ocorreria após o primeiro turno e dependeria de um novo convite da coordenação da candidatura de Flávio. Até o momento, Mauro confirmou apenas o contato inicial e afirmou que não deu uma resposta definitiva.



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