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Pivetta chama Wellington de “pai da burocracia” e critica criação do Fethab 2

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O governador e candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos) elevou o tom contra o senador e adversário Wellington Fagundes (PL) ao atribuir a ele parte da responsabilidade pela burocracia enfrentada pelo setor produtivo em Mato Grosso. Durante agenda de campanha, Pivetta afirmou que Wellington foi um dos responsáveis pela construção de um modelo que, segundo ele, ampliou a interferência do Estado e criou dificuldades para quem produz.

“Ele é um dos pais da burocracia que existe no Estado de Mato Grosso”, disparou Pivetta ao comentar a trajetória política do adversário.

A crítica ocorreu durante debate sobre a política tributária estadual e, especialmente, sobre a possibilidade de recriação de mecanismos semelhantes ao chamado Fethab 2. Pivetta reforçou o compromisso de não retomar um imposto com características que, segundo ele, aumentariam a carga sobre o setor produtivo.

O governador afirmou que Mato Grosso precisa avançar na redução da burocracia e na simplificação da relação entre o poder público e os empreendedores. Para Pivetta, o Estado deve atuar para facilitar a atividade econômica, sem criar novas obrigações ou entraves para produtores e empresários.

Nos últimos dias, Pivetta e Wellington têm intensificado as trocas de críticas, levando para a campanha eleitoral debates sobre modelos de gestão, impostos e a atuação política de cada um ao longo dos últimos anos.



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Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT

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As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026. A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.

O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos).

“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.

Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício.

Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.

A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.

Fonte: ALMT – MT



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