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PF conclui gestão à frente da Secretaria-Executiva da AMERIPOL em cerimônia em Bogotá

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Bogotá/Colômbia. A Polícia Federal participa, nesta segunda-feira (2/2), às 17h30 (horário de Brasília), da Cerimônia de Transição da Secretaria-Executiva da Comunidade de Policiais das Américas (AMERIPOL), em Bogotá. O evento marca o encerramento do período em que a Polícia Federal esteve à frente da Secretaria-Executiva do organismo.

A cerimônia contará com a presença do diretor-geral da Polícia Federal e secretário-executivo da AMERIPOL, Andrei Rodrigues, além de autoridades policiais e governamentais de países-membros, entre elas o diretor-geral da Polícia Nacional da Colômbia e presidente da AMERIPOL, William Rincón Zambrano; o diretor-geral dos Carabineros do Chile e secretário-executivo eleito, Marcelo Araya Zapata; e o ministro da Segurança Pública do Chile, Luis Cordero Vega.

A atuação da Polícia Federal na AMERIPOL tem caráter histórico. A instituição brasileira foi eleita para a Presidência da organização durante a II Cúpula Ordinária, realizada em Brasília, em 27/8/2009, exercendo o mandato no período de 2010 a 2011. Posteriormente, a Polícia Federal foi eleita para a Secretaria-Executiva na XI Cúpula Ordinária, realizada em Buenos Aires, em 1/8/2018, mandato exercido de 2019 a 2025. Na XV Cúpula Ordinária da AMERIPOL, realizada em Bogotá, em dezembro de 2025, foram eleitos os Carabineros do Chile para assumir a Secretaria-Executiva no período de 2026 a 2028.

Durante a gestão brasileira na Secretaria-Executiva, a Polícia Federal contribuiu para o fortalecimento da cooperação policial internacional, com avanços na integração entre as instituições dos países-membros, no intercâmbio de informações estratégicas, no apoio à consolidação institucional da AMERIPOL e no estímulo a ações conjuntas de enfrentamento ao crime organizado transnacional.

Transmissão ao vivo: https://www.youtube.com/@AMERIPOL-ORG

Coordenação-Geral de Comunicação Social
(61) 2024-8142
[email protected]

Fonte: Polícia Federal



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ALMT instala CST para fortalecer cadeia produtiva do baru

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) instalou, na manhã desta quinta-feira (29), a Câmara Setorial Temática (CST) do Baru, que terá 45 dias em 2026 para discutir propostas de políticas públicas permanentes voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva do fruto no estado.

O presidente da Câmara Setorial Temática (CST) do Baru, Jilson São Francisco da Silva, afirmou que a instalação dos trabalhos na Assembleia Legislativa para discutir os pontos fundamentais para o fortalecimento da cadeia produtiva do baru e seu potencial como atividade econômica para o estado de Mato Grosso.

Segundo ele, a CST terá um prazo inicial de aproximadamente 45 dias para desenvolver as atividades e elaborar uma versão preliminar das propostas, com previsão de apresentação entre os dias 10 e 15 de dezembro. A intenção é solicitar a renovação da CST a partir de fevereiro, na 21ª Legislatura, garantindo mais 180 dias para aprofundar os estudos e concluir os trabalhos com qualidade e competência.

Jilson da Silva explicou que o objetivo da Câmara é apresentar sugestões ao Poder Executivo estadual, às secretarias e aos órgãos responsáveis pelos programas oficiais e pelas políticas públicas de desenvolvimento econômico. “As propostas deverão contribuir para o aprimoramento das iniciativas existentes e para a criação de medidas que estimulem a cadeia produtiva do baru em Mato Grosso”, disse.

O secretário da CST, Ricardo Pavan, afirmou que uma máquina de tecnologia espanhola está sendo adquirida para viabilizar a primeira indústria de processamento de baru no Brasil. “Ela está em fase de validação em Mato Grosso, sendo utilizada em testes durante a safra mais recente. O equipamento é usado para quebrar o fruto do baru e extrair sua amêndoa. A aposta é superar um dos principais gargalos da cadeia produtiva da espécie nativa do cerrado: a industrialização”, disse Pavan.

Foto: Hideraldo Costa/ALMT

Pavan explicou que a tecnologia foi inicialmente testada na Europa e agora está sendo avaliada com o estoque de frutos reunido a partir da última safra. O equipamento é destinado à quebra do fruto para a retirada da semente, etapa fundamental para ampliar a capacidade de processamento e agregar valor à produção.

Segundo ele, além da amêndoa, utilizada na alimentação humana, o baru possui outras partes com potencial de aproveitamento industrial. “A polpa, por exemplo, pode ser transformada em ingrediente para a indústria alimentícia e também utilizada na fabricação de ração animal. Esse material apresenta fibras, carboidratos, proteínas e propriedades prebióticas, características que despertam o interesse do setor de alimentos”, explicou Pavan.

Ele afirmou que cada árvore do baru produza cerca de 150 quilos de frutos por safra, embora alguns exemplares possam alcançar de 400 a 500 quilos. “O aproveitamento desse potencial, entretanto, depende de soluções tecnológicas que permitam processar os frutos em escala comercial”, disse Ricardo Pavan.

A CST durante os trabalhos vai debruçar em seis eixos como, por exemplo, produção e base na coleta, plantio e organização dos extrativistas. Para isso vão firmar parcerias com a Embrapa, SENAR, UFMT, SEAF. O foco é de assistência técnica, cooperativas e mapa da cadeia em MT: municípios, comunidades, cooperativas e áreas de ocorrência.

Os outros eixos que a CST vai trabalhar é de ciência e nutrição em pesquisa sobre semente, polpa e endocarpo. A indústria e tecnologia para a quebra do fruto, processamento, padronização e logística. E a outra do mercado e promoção voltada à exportação, mercado nacional, merenda escolar e selo de origem de Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT



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