Polícia Federal

PF apreende mais de 40 kg de drogas em dois flagrantes no Aeroporto de Manaus

Publicado em

Polícia Federal


Manaus/AM. A Polícia Federal realizou, nos dias 26 e 27/1, duas apreensões de drogas durante fiscalizações de rotina no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes/AM, que resultaram na prisão de dois passageiros suspeitos de envolvimento com o tráfico de entorpecentes.

Na primeira ocorrência, registrada na madrugada do dia 26/1, policiais federais foram acionados após operadores de equipamentos de raio X identificarem imagens suspeitas em duas malas, despachadas no porão da aeronave. Durante a verificação, foram encontrados diversos tabletes de maconha do tipo skunk, embalados com isopor e borracha. O material apreendido totalizou 43,3 kg da droga.

A passageira responsável pelas bagagens foi retirada da aeronave e presa em flagrante. Ela, que tinha como destino Fortaleza/CE, e foi conduzida à Superintendência da Polícia Federal no Amazonas para os procedimentos legais cabíveis.

Já na segunda ocorrência, em 27/1, durante fiscalização de bagagens despachadas de voo com destino a Guarulhos/SP, policiais federais identificaram duas malas com características suspeitas. As bagagens pertenciam ao passageiro que tinha como destino Bogotá/Colômbia.

Dentro da mala foram encontradas esponjas retangulares contendo um líquido negro, com características de cocaína, totalizando 4,7 kg da droga. Segundo relato do passageiro, que foi preso em flagrante, a droga teve origem na Colômbia. O homem foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal para os procedimentos legais.

As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos, bem como apurar a origem e o destino final dos entorpecentes apreendidos.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas
[email protected]
(92) 3655-1563

Fonte: Polícia Federal



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia Federal

Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT

Publicados

em


As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026. A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.

O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos).

“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.

Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício.

Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.

A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.

Fonte: ALMT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA