Polícia Federal
Parceria com a Interpol coloca Brasil em posição de destaque no combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado
Polícia Federal
Brasília/DF. O Ministério da Justiça e Segurança Pública firmou um Acordo de Cooperação Técnica com a Interpol. A iniciativa colocará o Brasil como protagonista no enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas na América do Sul. O apoio operacional do programa será realizado pela Polícia Federal.
A base principal do programa será o Escritório Regional da Interpol, sediado em Buenos Aires. O Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia, em Manaus, funcionará como um pólo complementar de atividades, com foco específico na segurança da região amazônica.
O Brasil será o principal financiador do projeto, mediante a viabilização da participação de agentes selecionados entre os quadros mais experientes da Polícia Federal e das forças policiais parceiras da região.
A cooperação entre as partes do programa permitirá o compartilhamento estratégico de informações e a realização de operações conjuntas, em tempo real, contra redes transnacionais do crime organizado.
Entre as prioridades da iniciativa está o mapeamento, o monitoramento e a análise contínua das rotas do tráfico de drogas e de atividades criminosas correlatas, especialmente aquelas que atravessam áreas de fronteira e a região amazônica, cuja complexidade territorial favorece a atuação de organizações criminosas transnacionais.
O modelo adotado tomará como referência a atuação das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO), coordenadas pela Polícia Federal no Brasil. O objetivo é ampliar esse modelo para uma escala regional, fortalecendo as capacidades de investigação, de inteligência e de atuação das forças de segurança sul-americanas.
A iniciativa marca um novo patamar de cooperação internacional liderada pelo Brasil e pela Interpol, reforçando o compromisso do país com a segurança no continente e com o combate efetivo às organizações criminosas que operam além das fronteiras nacionais.
Coordenação-Geral de Comunicação Social
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Fonte: Polícia Federal
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Max Russi e Dr. João negociam permanência na Mesa Diretora
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), e o primeiro-secretário da Casa, Dr. João (MDB), articulam a permanência nos principais cargos da Mesa Diretora para o biênio 2027-2028. As negociações ocorrem nos bastidores e dependem da construção de acordos com os demais deputados estaduais.
Reeleito com 86.934 votos, Max já manifestou interesse em continuar à frente do Legislativo estadual. Para fortalecer sua candidatura, o parlamentar aposta no diálogo com as bancadas e na representação do Podemos, que terá seis deputados na próxima legislatura, formando a maior bancada da Assembleia.
Dr. João, por sua vez, pretende permanecer na primeira-secretaria, função que concentra atribuições administrativas e financeiras da Casa. O deputado defende a continuidade da parceria com Max e considera o entendimento entre os parlamentares um elemento importante para definir a nova composição da Mesa.
Primeira-secretaria é alvo de disputa
Apesar das conversas para manter a atual dupla nos cargos, a composição da próxima Mesa Diretora ainda não está definida. A primeira-secretaria, atualmente ocupada por Dr. João, também desperta o interesse de outros deputados, entre eles Faissal Calil (PL), Diego Guimarães (Republicanos) e Chico Guarnieri (PSDB).
A disputa deve exigir novas rodadas de negociação entre os partidos, que buscam ampliar sua participação na direção do Legislativo. O resultado dependerá da formação de uma chapa capaz de reunir apoio suficiente entre os 24 deputados estaduais.
Max Russi já elogiou publicamente o trabalho de Dr. João, destacando a confiança e a lealdade na relação entre os dois, além da atuação do primeiro-secretário na condução administrativa da Assembleia. Essa proximidade contribui para as articulações em torno da manutenção da atual parceria.
A eleição da nova Mesa Diretora está prevista para 1º de fevereiro de 2027, quando os parlamentares escolherão os responsáveis pela condução política e administrativa da Assembleia durante os dois anos seguintes. Até lá, as conversas devem continuar, e a permanência de Max e Dr. João dependerá dos acordos firmados e dos votos conquistados dentro da Casa.
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