Polícia Federal
Mais um do PL “pula do barco” de Wellington e declara apoio à reeleição de Pivetta
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O palanque do senador e candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL) perdeu mais um nome importante do próprio partido. O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), oficializou publicamente apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), mesmo reconhecendo que a decisão pode lhe render consequências políticas dentro da sigla.
Durante evento com Pivetta, na quinta-feira (27), Cláudio foi direto ao declarar que não seguirá o projeto eleitoral encabeçado por Wellington, candidato do PL ao Palácio Paiaguás.
“O meu candidato a governador é Otaviano Pivetta. Eu sei que vou pagar o preço, porque ele não faz parte do meu partido, mas os partidos existem para as pessoas. Não são as pessoas que existem para os partidos”, afirmou.
A declaração representa mais um racha dentro do PL de Mato Grosso. O prefeito de Rondonópolis se junta a outras lideranças da legenda que, mesmo filiadas ao partido, decidiram não subir no palanque de Wellington e passaram a declarar apoio ao principal adversário do senador na disputa pelo Governo.
Cláudio aproveitou o discurso para elogiar a trajetória política de Pivetta, destacando sua experiência como prefeito de Lucas do Rio Verde, deputado estadual, vice-governador e, atualmente, governador. Para o prefeito, a convivência com a administração pública aumentou sua admiração pelo republicano.
“A experiência na vida pública me fez respeitar mais o senhor pelo grande vice-governador que o senhor foi e pelo governador que tem sido”, declarou, ao classificar Pivetta como um gestor “diligente, solícito” e sem vaidade.
O apoio de Cláudio chama atenção pelo peso político de Rondonópolis, um dos maiores colégios eleitorais de Mato Grosso, e reforça o movimento de dissidência dentro do PL. Enquanto Wellington tenta consolidar a candidatura oficial do partido, Pivetta segue atraindo para seu palanque lideranças que, embora estejam em siglas adversárias, têm decidido deixar o “barco” do senador para jogar no time da reeleição.
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Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT
As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026. A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.
O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos).
“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.
Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).
Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício.
Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.
A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.
Fonte: ALMT – MT
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