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Renegociação de Dívidas Bancárias – de Pré-Falimentar ao Sucesso

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Por: Walber Almeida Xavier de Sousa

 

O cenário político econômico “catastrófico” danifica o mercado empresarial por completo, o volume de empresas que encerraram suas atividades nos últimos três anos é absurdo, infelizmente muitas ainda vão fazer parte dessa estatística.

A retomada da economia tão esperada está por vir, porém, a velocidade não vai ser a que gostaríamos, mas o mais importante é que vai acontecer.

Quando um navio transatlântico para em alto mar por qualquer que seja a razão, para que o mesmo retome a velocidade anteriormente alcançada demora um pouco em razão do peso da estrutura…com nossa economia será igual.

Desafios dos mais diversos, fazem parte da rotina dos empresários para “se manter em pé” e resistir aos efeitos da crise que estamos aos poucos saindo.

O endividamento bancário para muitas empresas quando não é o maior problema, está entre os maiores, esteja a empresa inadimplente ou prestes a ficar.

Quando o Passivo Bancário ou Endividamento da Empresa junto aos bancos está elevado, essa situação causa grandes e graves problemas a gestão financeira da empresa: falta de limites de créditos, altos custos financeiros, excessos/escassez  de garantias, “estrangulamento” do Fluxo de Caixa; todas essas situações tiram por completo o foco da gestão empresarial, fazendo com que a gestão financeira tenha a atenção prioritária e por consequência o problema somente aumenta.

Dentro da realidade/exemplos como os que citamos acima, é quase que impossível que uma solução “caseira” possa resolver a questão; diretores/gestores sentar junto aos credores para identificar uma solução que atenda as necessidades da empresa devedora “pode ser um tiro no pé”, expor a incapacidade de continuar com o cumprimento das amortizações da dívida ou buscar um alongamento, com certeza vai fazer com que os bancos fiquem alertas e além de não mais liberar qualquer tipo de crédito, passarão a exigir prazos e garantias buscando proteger ainda mais seus créditos.

Somos especialistas em Renegociação de Dívidas Bancárias, nossa equipe é formada por Ex-Executivos bancários com vasta experiência, e colocamos todo esse conhecimento focando a melhor alternativa para nossos clientes, temos diversos “cases” de sucesso o que nos dá segurança em afirmar que: alongamos prazos, reduzimos taxas, reduzimos ou eliminamos garantias; realizamos a melhor Renegociação que sua empresa pode obter, pois somos especialistas.

Todo esse trabalho requer planejamento: conhecer o mercado, segmento, capacidade de pagamento da empresa, projeções de resultados, entre outas informações, para então apresentar propostas aos credores e com isso buscar a proposta almejada; todo esse trabalho é conduzido na esfera administrativa, com soluções que ocorrem entre 30 e 120 dias.

Fale com a gente!!!!

Atendemos todo o território nacional.

Walber Almeida Xavier de Sousa – Diretor da AXS Consultoria Empresarial.

Empresa especializada em soluções nas áreas de Controladoria, Administração e Finanças em empresas de Pequeno, Médio e Grande porte.

Vivência de mais de 25 anos nas áreas de Controladoria e Finanças em grandes grupos empresariais.

Professor Universitário.

http://www.axsconsultoria.com.br/renegociacao-de-dividas/

e-mail: contato@axsconsultoria.com.br

Telefone: (15) 3013.0868 –  (15) 98815.1487 –  (15) 99105.1487.

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Saúde mental é inegociável

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O que aprendi em 10 anos liderando a pauta de saúde mental? Durante a última edição do Vittude Summit, subi ao palco diante de cerca de 1.800 pessoas e lembrei do primeiro evento que realizamos, em janeiro de 2020. Na época, a expectativa era reunir 200 participantes para discutir saúde mental no ambiente corporativo. Muitos acreditavam que ninguém apareceria: o evento recebeu 280 pessoas.

Poucos meses depois, a pandemia transformou definitivamente a forma como as empresas passaram a enxergar o tema. O que antes era tratado como assunto secundário passou a ocupar espaço nas agendas das lideranças. Em poucos anos, vimos crescer rapidamente o interesse das organizações por estratégias estruturadas de promoção da saúde mental.

Os números que não podem mais ser ignorados

Em 2025, o Brasil registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais, o maior número da série histórica e o terceiro ano consecutivo de crescimento. O dado, porém, mostra apenas parte do problema. Ele considera apenas afastamentos superiores a 15 dias, deixando de fora atestados mais curtos e um fenômeno igualmente preocupante: o presenteísmo, quando o colaborador está presente, mas não consegue desempenhar plenamente suas atividades.

No Censo de Saúde Mental da Vittude, realizado com 175 mil trabalhadores de 35 grandes corporações, identificamos uma perda média de produtividade de 32%. Em outras palavras, de cada R$ 100 investidos em folha de pagamento, cerca de R$ 32 deixam de se converter em trabalho efetivo em função do adoecimento emocional. Ou seja, são perdas financeiras e humanas.

O papel da segurança psicológica

Um dos principais achados do estudo foi a relação direta entre segurança psicológica e saúde mental. Entre os colaboradores que relataram baixos níveis de segurança psicológica, todos os indicadores analisados pioraram significativamente. A ideação suicida passou de 14,75% para 19%, enquanto a propensão ao burnout saltou de 5,94% para 21%. Já entre aqueles que percebiam altos níveis de segurança psicológica, a propensão ao burnout foi praticamente nula.

Esses dados mostram que boa parte do adoecimento está concentrada em ambientes onde as pessoas não se sentem seguras para pedir ajuda ou expressar opiniões. Por isso, saúde mental não depende apenas da oferta de benefícios. Depende, principalmente, da cultura organizacional.

A prevalência de ideação suicida entre os trabalhadores avaliados no Censo (14,75%) foi inferior à observada na população brasileira em geral (18%, segundo estudo do Instituto Cactus). Isso mostra que o trabalho pode funcionar como fator de proteção quando oferece pertencimento, reconhecimento e relações saudáveis.

O problema é que muitos ambientes ainda não oferecem essas condições. Com a atualização da NR-1 já em vigor, o gerenciamento dos riscos psicossociais passou a integrar oficialmente as responsabilidades das empresas.

O que aprendemos na prática

Ao longo desses dez anos, ficou claro que os programas de saúde mental mais efetivos compartilham uma característica: método. Não basta contratar fornecedores ou oferecer benefícios. É preciso diagnosticar riscos, definir prioridades, acompanhar indicadores, testar iniciativas e envolver a liderança de forma consistente durante todo o processo.

Foi dessa experiência que surgiu o Método VITAL — Verificar, Idealizar, Testar, Amadurecer e Liderar — desenvolvido a partir do trabalho com organizações de diferentes setores. O aprendizado é simples: iniciativas isoladas dificilmente produzem mudanças duradouras.

Promover saúde mental exige planejamento, acompanhamento contínuo e compromisso da liderança.

Em dez anos, a pauta amadureceu.

Hoje, o cenário é diferente. Líderes, profissionais de RH, médicos do trabalho e executivos passaram a discutir segurança psicológica, riscos psicossociais e saúde mental com uma frequência que parecia improvável poucos anos atrás.

A atualização da NR-1 consolida essa mudança. E depois de uma década acompanhando essa transformação, vejo que chegamos a um ponto de virada. Ainda há muito a fazer, mas, pela primeira vez em muitos anos, há uma combinação de conscientização, evidências e compromisso institucional capaz de acelerar essa mudança. E isso, sem dúvida, é motivo de esperança.

* Tatiana Pimenta CEO da Vittude



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