Opinião

Aquilo que lhe conecta com paixão 

Publicado em

Opinião

Por: Cynthia Lemos

 

Ahhh hoje eu quero falar daquilo que te conecta com PAIXÃO no MUNDO…Sua Missão! 

Daquilo que será capaz de deixar a sua assinatura por onde passar!

Daquilo que será o maior motivo de você ser lembrado, quando deixar de fazer parte do mundo terreno.

Daquilo que faz com que você deixe saudades, encantamento e inspiração.

Daquilo que você faz com amor, paixão e entrega… 

Que não importa onde, como, as horas, a falta de recursos…  

Você vai se entregar de corpo e alma, por que você sabe que aquele é o melhor e maior motivo da sua vida, de fazer o que faz!

Sua conexão no mundo, a via pela qual deixará sua marca, e com certeza poderá tocar, inspirar e transformar pessoas, através de suas palavras e ações!

Talvez aqui você possa refletir: Que tipo de pessoa você tem sido nesse mundo?

Qual a via que lhe conecta a deixar sua marca no mundo?

Quem é você fazendo o que faz? Do jeito que faz?

Extraordinário ou Medíocre? ou … Mais ou menos… nem quente nem frio… SOBREVIVENDO…

O que você está fazendo com essa oportunidade única, que se repete só uma vez do jeito que é e se chama VIDA?

Quem é você na VIDA? De que forma você representa a VIDA?

Penso que aqui dê para tirar uma grande lição de verdadeira entrega, conexão, coragem e AÇÃO!  E dessa lição, talvez poder repensar sobre:

 QUEM é VOCÊ? Onde está a sua força?

Existe uma possibilidade incrível quando tomamos consciência da nossa missão de vida, da nossa conexão interna e universal com o mundo!

O que na maioria das vezes acontece, é que seguimos inconscientes na vida sobre qual o nosso propósito maior, qual a nossa missão profunda e duradoura, aquela passada de geração em geração, na qual cada um tem sua parte e infelizmente muitos como “máquinas”, a cumprem, porém, se estivessem mais conscientes, poderiam avançar e cumpri-la em um nível muito mais profundo e elevado. 

Pois, como sempre diz um grande Coach, que tenho: “a evolução é META UNIVERSAL! “

Sim, a evolução é meta do universo, alguns conscientes evoluirão muito mais em sua oportunidade de vida, outros no piloto automático, inconscientes: menos ou muito menos. Mas evoluirão.

Eu escolhi o caminho mais profundo, de ampliar a consciência e de me elevar o máximo que me for possível e permitido. E você? 

Tem escolhido alguma coisa ou está levando “com a barriga”?

Qual a sua essência? O que lhe conecta de dentro para fora, de alma, com amor e paixão no mundo? 

Qual sua missão, o motivo de existir agora para esta grande oportunidade que lhe está sendo dada, através da sua vida?

Quantos dias da semana, ainda meio sonolento, você consegue ouvir uma voz interior de gratidão a tudo que lhe rodeia? A todas as oportunidades?

Quem é você na vida? Consciente de suas responsabilidades?  Ou no piloto automático?

 CEGO, SURDO, MUDO como um ZUMBI?

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Opinião

Saúde mental é inegociável

Publicados

em


O que aprendi em 10 anos liderando a pauta de saúde mental? Durante a última edição do Vittude Summit, subi ao palco diante de cerca de 1.800 pessoas e lembrei do primeiro evento que realizamos, em janeiro de 2020. Na época, a expectativa era reunir 200 participantes para discutir saúde mental no ambiente corporativo. Muitos acreditavam que ninguém apareceria: o evento recebeu 280 pessoas.

Poucos meses depois, a pandemia transformou definitivamente a forma como as empresas passaram a enxergar o tema. O que antes era tratado como assunto secundário passou a ocupar espaço nas agendas das lideranças. Em poucos anos, vimos crescer rapidamente o interesse das organizações por estratégias estruturadas de promoção da saúde mental.

Os números que não podem mais ser ignorados

Em 2025, o Brasil registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais, o maior número da série histórica e o terceiro ano consecutivo de crescimento. O dado, porém, mostra apenas parte do problema. Ele considera apenas afastamentos superiores a 15 dias, deixando de fora atestados mais curtos e um fenômeno igualmente preocupante: o presenteísmo, quando o colaborador está presente, mas não consegue desempenhar plenamente suas atividades.

No Censo de Saúde Mental da Vittude, realizado com 175 mil trabalhadores de 35 grandes corporações, identificamos uma perda média de produtividade de 32%. Em outras palavras, de cada R$ 100 investidos em folha de pagamento, cerca de R$ 32 deixam de se converter em trabalho efetivo em função do adoecimento emocional. Ou seja, são perdas financeiras e humanas.

O papel da segurança psicológica

Um dos principais achados do estudo foi a relação direta entre segurança psicológica e saúde mental. Entre os colaboradores que relataram baixos níveis de segurança psicológica, todos os indicadores analisados pioraram significativamente. A ideação suicida passou de 14,75% para 19%, enquanto a propensão ao burnout saltou de 5,94% para 21%. Já entre aqueles que percebiam altos níveis de segurança psicológica, a propensão ao burnout foi praticamente nula.

Esses dados mostram que boa parte do adoecimento está concentrada em ambientes onde as pessoas não se sentem seguras para pedir ajuda ou expressar opiniões. Por isso, saúde mental não depende apenas da oferta de benefícios. Depende, principalmente, da cultura organizacional.

A prevalência de ideação suicida entre os trabalhadores avaliados no Censo (14,75%) foi inferior à observada na população brasileira em geral (18%, segundo estudo do Instituto Cactus). Isso mostra que o trabalho pode funcionar como fator de proteção quando oferece pertencimento, reconhecimento e relações saudáveis.

O problema é que muitos ambientes ainda não oferecem essas condições. Com a atualização da NR-1 já em vigor, o gerenciamento dos riscos psicossociais passou a integrar oficialmente as responsabilidades das empresas.

O que aprendemos na prática

Ao longo desses dez anos, ficou claro que os programas de saúde mental mais efetivos compartilham uma característica: método. Não basta contratar fornecedores ou oferecer benefícios. É preciso diagnosticar riscos, definir prioridades, acompanhar indicadores, testar iniciativas e envolver a liderança de forma consistente durante todo o processo.

Foi dessa experiência que surgiu o Método VITAL — Verificar, Idealizar, Testar, Amadurecer e Liderar — desenvolvido a partir do trabalho com organizações de diferentes setores. O aprendizado é simples: iniciativas isoladas dificilmente produzem mudanças duradouras.

Promover saúde mental exige planejamento, acompanhamento contínuo e compromisso da liderança.

Em dez anos, a pauta amadureceu.

Hoje, o cenário é diferente. Líderes, profissionais de RH, médicos do trabalho e executivos passaram a discutir segurança psicológica, riscos psicossociais e saúde mental com uma frequência que parecia improvável poucos anos atrás.

A atualização da NR-1 consolida essa mudança. E depois de uma década acompanhando essa transformação, vejo que chegamos a um ponto de virada. Ainda há muito a fazer, mas, pela primeira vez em muitos anos, há uma combinação de conscientização, evidências e compromisso institucional capaz de acelerar essa mudança. E isso, sem dúvida, é motivo de esperança.

* Tatiana Pimenta CEO da Vittude



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA