Mato Grosso

Vereador de Cuiabá exige atendimento diferenciado para idosos com suspeita de Covid-19

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Após anunciada a situação de pandemia no mundo e um caso confirmado do novo Coronavírus (Covid-19) em Cuiabá, o vereador Luis Claudio (Progressistas) protocolou nesta quarta-feira (18) um ofício aos secretários de Saúde municipal, Luiz Antônio Possas de Carvalho, e estadual, Gilberto Figueiredo, solicitando equipes de “home care” aos pacientes idosos, com suspeita do Covid-19, na capital mato-grossense.

Já existem de 529 casos no Brasil, sendo registrados pelo Ministério da Saúde apenas 428 casos, até a data de ontem (18).

São Paulo segue com o maior número de casos de Coronavírus, tendo 4 mortes confirmadas, e no Rio de Janeiro 1 morte confirmada em decorrência da pandemia.

A medida proposta visa diminuir a exposição dos pacientes idosos, com suspeita do Covid-19, a ambientes de aglomeração; agilizar coleta de material para exame laboratorial e diagnóstico, além de ser um atendimento preventivo, capaz de evitar casos fatais da doença.

Os casos mais graves da doença possuem idosos, com idade superior a 60 anos, como vítimas. E, quanto aos idosos com idade superior a 70, as consequências oriundas do vírus tendem a serem piores, quase letais.

“É muito importante termos este cuidado com os nossos idosos. E, em respeito a eles, que tanto contribuíram na vida, na certeza de obter um tratamento de saúde mais humanizado e preferencial, levamos em consideração a urgência que o momento requer”, destaca o vereador Luis Claudio.

O momento agora é de quarentena. A Câmara Municipal de Cuiabá, entre outros órgãos públicos, estão fechados para atender as medidas de prevenção, elencadas pelo Ministério da Saúde. A suspensão das atividades se dá para que haja a redução na circulação de pessoas, com o fim de evitar aglomerações e propagação do vírus.

 

Foto: Câmara de Vereadores

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

Publicados

em


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA