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Van que levava 11 atletas tomba em rodovia e um fica ferido em Sorriso

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Da Redação

Um acidente envolvendo uma van que transportava 12 pessoas, sendo o motorista e 11 adolescentes jogadores de futsal, foi registrado neste domingo (26), na BR-163 no município de Sorriso (420 Km de Cuiabá). Um garoto de 17 anos sofreu ferimentos foi encaminhado para o Hospital Regional com dores pelo corpo e suspeita de trauma na cabeça após receber os primeiros atendimentos no local onde a van capotou. 

Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o tombamento da van, que se deslocava de Sorrido para o Município de Sinop (500 Km de Cuiabá), foi registrado no quilômetro 770, por volta das 12h40. O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência juntamente com uma equipe de resgate da concessionária que administra o trecho da rodovia federal.  

Dos 12 ocupantes do veículo, de acordo com a PRF, um adolescente foi socorrido em estado grave. Ele estava desorientado e com um possível trauma na cabeça.  

Conforme informações, os atletas são moradores de Sinop e tinham ido jogar em Sorriso. Quando retornavam para casa sofreram o acidente. Informações ainda preliminares apontam que o motivo do tombamento da van seria uma mangueira do óleo que estourou fazendo o motorista perder o controle do veículo e capotar. A PRF foi acionada para controlar o fluxo de veículos no local. A investigação para apontar, com precisão as causas do acidente, é de responsabilidade da Polícia Civil.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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