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Trinta e quatro kilos de cocaína é encontrado em carro que foi apreendido há três meses em Paranatinga

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Da Redação

Segundo a Polícia Civil, o veículo foi destinado à Justiça depois de ser apreendido com um casal preso por tráfico. O veículo foi apreendido em janeiro deste ano e só agora a droga foi descoberta porque o automóvel foi desmontado e passou por uma vistoria.

De acordo com os policiais, o carro foi apreendido no dia 17 de janeiro na MT-020, em Paranatinga, pela Polícia Militar.

À época, um casal foi preso por tráfico de drogas.

Renata Nascimento, de 25 anos, está presa na Cadeia Feminina de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, e Edson Donizete Ferreira, de 40 anos, permanece preso na cadeia de Paranatinga.

Eles teriam dito à polícia que eram de Várzea Grande, na região metropolitana.

Em um compartimento secreto do carro, os policiais encontraram, 86 kg de cocaína pura.

O carro foi apreendido e durante esse tempo todo ficou guardado pela justiça, mas o juiz da cidade, recentemente, autorizou o uso do carro pela polícia.

Os policiais civis, então, decidiram mandar o veículo para uma vistoria na delegacia de Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá.

O carro foi desmontado e foram encontrados mais 34 kg de cocaína.

Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação

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Município regulariza medição da qualidade da água após TAC

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O Município de Itiquira (a 361 km de Cuiabá) regularizou o monitoramento da potabilidade da água fornecida à população, incluindo a análise de metais pesados e agrotóxicos. A medida atende compromisso firmado com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Itiquira, em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em maio deste ano no âmbito da política municipal de saneamento.As amostras foram coletadas em 12 pontos do sistema de abastecimento, sendo 11 locais de captação e a Estação de Tratamento de Água (ETA). Os exames contemplaram todos os parâmetros exigidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, do Ministério da Saúde, e apontaram resultados dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação.Segundo a Promotoria de Justiça, as análises realizadas anteriormente não incluíam alguns dos agrotóxicos mais utilizados na região e previstos no Anexo 9 da Portaria GM/MS nº 888/2021. Com a regularização do monitoramento, o controle passa a contemplar esses parâmetros.Além dos exames realizados por laboratório contratado pelo município, a Promotoria de Justiça de Itiquira solicitou ao Centro de Apoio Operacional às Execuções (CAEx) do MPMT a realização de uma contraprova. O objetivo é verificar se os resultados obtidos pelo laboratório privado são confirmados por análise independente.Nesta sexta-feira (2), representantes da Prefeitura de Itiquira, do Ministério Público e o professor doutor Domingos Sávio Barbosa, do Laboratório de Química Ambiental da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), reuniram-se para discutir a possibilidade de implantação de um monitoramento contínuo da qualidade da água, por meio de parceria com a instituição de ensino.Para o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, o avanço representa o cumprimento de uma demanda histórica da instituição e um importante passo para a proteção da saúde pública.“Essa é uma demanda antiga do Ministério Público. Houve compromissos firmados anteriormente e repactuados neste ano, mas o monitoramento era realizado de forma intermitente ou incompleta. Agora, o município avança para regularizar definitivamente a situação. Em um estado com uso intenso de agrotóxicos, é fundamental que a população tenha acesso a informações confiáveis sobre a qualidade da água que consome. O desafio é transformar essas análises em uma rotina permanente e fortalecer a transparência, permitindo que cada cidadão também exerça o papel de fiscal”, destacou.Transparência – Conforme previsto no TAC, todos os relatórios das análises ficarão disponíveis para consulta pública no site da Prefeitura de Itiquira. A medida busca garantir transparência e possibilitar o acompanhamento dos resultados pela sociedade. Eventuais reclamações ou inconsistências identificadas nos relatórios poderão ser comunicadas à Promotoria de Justiça de Itiquira por meio da Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso, inclusive de forma sigilosa.

Foto: Reprodução Instagram.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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