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Suspeitos de latrocínio em Várzea Grande ainda não foram presos

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Da Redação – Jean Borsatti

O crime que tirou a vida da servidora pública, Sandra Siqueira Travaína de 47 anos, ainda não foi solucionado pela Polícia Civil. Na tarde desta quarta-feira (03) dois suspeitos foram levados até a Delegacia de Roubos e Furtos de Várzea Grande para serem ouvidos referente ao caso, porém após interrogatório o delegado os liberou, pois não viu indícios da participação dos jovens no crime.

O crime que está sendo tratado como latrocínio, roubo seguido de morte, aconteceu na noite de segunda-feira (01) quando a servidora chegava em sua casa no bairro Nova Várzea Grande.

Sandra chegava em casa quando foi atingida por um disparo (Foto: Facebook)

Três homens ainda não identificados pela polícia aguardavam Sandra em frente sua casa por volta das 22h, após a servidora chegar e abrir o portão da garagem, os suspeitos anunciaram o assalto, Sandra então começou a buzinar o veículo para chamar a atenção de seu marido que se encontrava no interior da residência, um dos suspeitos se assustou e disparou contra o veículo acertando o pescoço da vítima.

Sandra estava acompanhada de sua irmã e também da filha de dezesseis anos e chegou a ser atendida no Pronto Socorro de Várzea Grande, porém não resistiu aos ferimentos e acabou vindo a óbito no hospital.

Através das câmeras de segurança da residência é possível observar a presença de três homens, no momento em que a servidora chega em sua casa um dos suspeitos entra na garagem, os outros dois comparsas ficam ao lado de fora aguardando a ação, na sequencia o suspeito de camiseta escura que entrou na garagem sai desesperado colocando a arma de fogo na cintura, os outros dois suspeitos também fogem do local. Em outro vídeo os suspeitos aparecem fugindo do local, as imagens estão sendo utilizadas nas investigações e estão sendo uteis para os trabalhos da Polícia Civil que deve chegar aos bandidos em breve.

No dia do crime após serem acionados os policiais saíram a caça dos suspeitos porém não conseguiram encontra-los, a suspeita é de que os três tenham se escondido na região e esperado as buscas sessarem para retomarem a fuga.

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Município regulariza medição da qualidade da água após TAC

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O Município de Itiquira (a 361 km de Cuiabá) regularizou o monitoramento da potabilidade da água fornecida à população, incluindo a análise de metais pesados e agrotóxicos. A medida atende compromisso firmado com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Itiquira, em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em maio deste ano no âmbito da política municipal de saneamento.As amostras foram coletadas em 12 pontos do sistema de abastecimento, sendo 11 locais de captação e a Estação de Tratamento de Água (ETA). Os exames contemplaram todos os parâmetros exigidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, do Ministério da Saúde, e apontaram resultados dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação.Segundo a Promotoria de Justiça, as análises realizadas anteriormente não incluíam alguns dos agrotóxicos mais utilizados na região e previstos no Anexo 9 da Portaria GM/MS nº 888/2021. Com a regularização do monitoramento, o controle passa a contemplar esses parâmetros.Além dos exames realizados por laboratório contratado pelo município, a Promotoria de Justiça de Itiquira solicitou ao Centro de Apoio Operacional às Execuções (CAEx) do MPMT a realização de uma contraprova. O objetivo é verificar se os resultados obtidos pelo laboratório privado são confirmados por análise independente.Nesta sexta-feira (2), representantes da Prefeitura de Itiquira, do Ministério Público e o professor doutor Domingos Sávio Barbosa, do Laboratório de Química Ambiental da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), reuniram-se para discutir a possibilidade de implantação de um monitoramento contínuo da qualidade da água, por meio de parceria com a instituição de ensino.Para o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, o avanço representa o cumprimento de uma demanda histórica da instituição e um importante passo para a proteção da saúde pública.“Essa é uma demanda antiga do Ministério Público. Houve compromissos firmados anteriormente e repactuados neste ano, mas o monitoramento era realizado de forma intermitente ou incompleta. Agora, o município avança para regularizar definitivamente a situação. Em um estado com uso intenso de agrotóxicos, é fundamental que a população tenha acesso a informações confiáveis sobre a qualidade da água que consome. O desafio é transformar essas análises em uma rotina permanente e fortalecer a transparência, permitindo que cada cidadão também exerça o papel de fiscal”, destacou.Transparência – Conforme previsto no TAC, todos os relatórios das análises ficarão disponíveis para consulta pública no site da Prefeitura de Itiquira. A medida busca garantir transparência e possibilitar o acompanhamento dos resultados pela sociedade. Eventuais reclamações ou inconsistências identificadas nos relatórios poderão ser comunicadas à Promotoria de Justiça de Itiquira por meio da Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso, inclusive de forma sigilosa.

Foto: Reprodução Instagram.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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