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Suspeito de participação em homicídio no industriário é preso por tráfico (Veja Videos)

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Da Redação

Policiais do Grupo de Apoio (GAp) do 24º Batalhão de Polícia Militar tiveram de cavar muito para encontrar a droga que estava escondida no quintal de uma residência no Jardim Industriário II, em Cuiabá.

A ação ocorreu no final da tarde de quinta-feira (18.07), durante buscas de suspeitos do assassinato de Diego Gomes Vilela (22), ocorrido no dia anterior, na mesma região, e resultou na prisão de A.C.S.J. (24).

Na casa dele, no guarda-roupas e na máquina de lavar, os policiais encontraram pedaços de tabletes de maconha. Também no guarda-roupas havia dinheiro, R$ 382, que seria do tráfico.

Antes disso, no momento em que os policiais se aproximaram para abordá-lo ele dispensou um objeto, que depois foi confirmado como uma porção grande de maconha. O suspeito ainda tentou fugir correndo para o quintal, o mesmo quintal onde os policiais escavaram por um bom tempo e encontraram uma barra grande de pasta base de cocaína enterrada.

Para essa ação a equipe do 24º Batalhão pediu apoio ao Canil do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Um cão farejador ajudou nas buscas.

Além de ser preso em flagrante por tráfico, o suspeito agora está sendo investigado por assassinato. O nome dele e de um outro homem cuja identidade a PM passou para a Polícia Judiciária Civil, foram apontados por testemunhas como responsáveis pelo homicídio. Dois celulares que podem ajudar nas investigações também foram apreendidos pela PM. 

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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