Mato Grosso

Suspeito de furtar agência bancária em Sinop é preso pela PM

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Mato Grosso

Da Redação

Nesta quinta-feira (12), a Policia Militar prendeu um homem de 33 anos, por furtar uma agencia de correspondência bancária, em Sinop. Na ação foram apreendidos um pé de cabra, uma quantia em dinheiro e o veículo utilizado na tentativa da fuga.

A polícia foi informada que havia um furto em andamento em um correspondente bancário. Após verificar o sistema de câmeras do local, os militares identificaram o carro e foram informados que havia sido levada no furto a quantia de R$ 500.

De imediato, os policiais iniciaram diligências pela região e localizaram o suspeito na BR-163 em um carro modelo Gol em direção ao município de Sorriso. Na abordagem ao condutor, os policiais encontraram a quantia de R$ 450 em moedas. No carro foi localizada um pé de cabra utilizado para arrombar a agência. 

Durante a diligência, o homem acabou confessando que junto com mais três comparsas violaram o cofre da empresa levando a quantia em dinheiro de R$ 500. O carro Gol utilizado no furto também foi apreendido.

O suspeito que já tem várias passagens por crime de roubo e furto praticados em Cuiabá e disse que a quadrilha estava quebrando a porta do cofre da empresa quando ouviram em rádio HT que a PM estava a caminho, então ele fugiu, deixando os comparsas para trás, que estavam em um veículo modelo Sandero.

A caminho da delegacia de flagrantes o homem revelou que é integrante de uma organização criminosa e confessou que é autor de três furtos a um posto de combustível, uma loja de esportes e uma empresa de molas, todas localizadas em Sinop. O suspeito foi preso em flagrante por crime de furto.  

Logo após a ação os policiais localizaram o veículo Sandero em frente a uma residência na região central da cidade. No carro foram encontradas diversas ferramentas utilizadas para a prática de arrombamento como martelete, lixadeira, máquina esmelhidora, makita, carregador de radiocomunicador HT dentre outros materiais.

A PM segue em diligências em busca dos outros suspeitos

 

Foto: PMMT

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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