Mato Grosso

Sema e polícia ambiental apreender 81kg de pescado ilegal

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Mato Grosso

Da Redação

A Polícia Militar (PM), através do Batalhão Ambiental de Poxoréu (251 km de Cuiabá), juntamente com agentes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) apreenderam na noite desta quarta-feira (04) 81 kg de pescado ilegal.

De acordo com as informações, os agentes receberam uma denuncia anônima na qual dava conta de que cinco homens estavam pescando com rede, no Rio Poxoréu, na região do Distrito de Aparecida do Leste.

Após diligências pela região, os policiais e os agentes da Sema conseguiram localizar os suspeitos que estavam em um veículo VW Gol, cor branca, e em uma motocicleta de cor vermelha, porém após perceberem a presença das autoridades os suspeitos conseguiram fugir em direção a uma mata.

Foram apreendidos na ação 81kg de pescado das espécies cacharra, pintado e jaú que foram encontrados no porta-malas do veículo, também foram apreendidas as tarrafas utilizadas no crime.

Os veículos foram apreendidos e encaminhados para a delegacia especializada, e os pescados foram doados a uma instituição beneficente, as investigações continuam no intuito de prender os envolvidos

Foto: Divulgação

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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