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Sem “musculatura”, PL entra em vias de “mumificação” em Mato Grosso

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Da Redação

Hoje, o Partido Liberal (PL), que antes era denominado de Partido da República (PR) está em vias de mumificação, sem representação na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, sem representação na Câmara Federal, com poucos ou nenhum representante nas Câmaras Municipais e Prefeituras do Estado, a sigla segue um caminho de exaustão, definhando para enfrentar as próximas eleições municipais.

De acordo com informações de bastidores, o cenário não está propício para quem deseja enfrentar o embate das eleições rumo ao governo do estado em 2022, como seria o caso da principal estrela do PL, senador Wellington Fagundes.

“Wellington disputou a última eleição, concorrendo ao cargo de governador, quando ficou em segundo lugar, com mais de 280 mil votos”.

Em um período em que os partidos estão buscando a famosa “musculatura”, com a formação de base, formando novas lideranças, constituindo grupos, fomentando pré-candidatos a vereador, vice-prefeito e prefeito, pelo que tudo indica, o PL entrou em rota de segregação, já que até o momento, a sigla não conseguiu se destacar nas corridas eleitorais para este ano de 2020.

Rota de colisão:

“A única representante do executivo municipal no estado, prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PL), já teria declarado apoio na disputa da eleição suplementar ao Senado Federal, para o pré-candidato Nilson Leitão (PSDB)”.

Segundo informações de bastidores, na tentativa de se recompor dentro do cenário político no estado, o PL estaria em vias de negociação e articulando, para compor grupo, que teria representantes na Prefeitura de Cuiabá, com a possível reeleição de Emanuel Pinheiro (MDB), como também, na mesa diretora da Assembleia Legislativa, com a deputada Janaina Riva Fagundes (MDB), como presidente da Casa, e com o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga concorrendo a uma vaga ao senado.

Hoje é visível que outras siglas como o DEM, PSB, Podemos, PSL, PDT, MDB, PROS, PV, DC, Psol e PTB estão então entre as mais cogitadas pelas lideranças sociais e políticas para filiação com objetivo de disputar as próximas eleições municipais.

Para quem já teve até cinco deputados na Assembleia Legislativa, com dezenas de vereadores, prefeitos e era apontado como um dos partidos mais fortes e consistentes do Estado, o senador Wellington Fagundes terá que reavaliar as condutas, estratégias e planejamento, para tentar incluir a sigla PL nos projetos das disputas eleitorais deste ano.

Foto: Senado Federal

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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