Mato Grosso
“Sangue Bom” é condenado a mais 14 anos por homicídio
Mato Grosso
Da Redação
Eliseu da Silva Soares, conhecido como Sangue Bom foi condenado no dia 5 de junho pelo Tribunal do Júri de Cuiabá a 14 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato de Izodoro Zakrzerki em 2015.
O crime aconteceu na borracharia próximo ao Distrito da Guia onde Izidoro trabalhava, segundo as apurações as motivações do crime foram por falta de comida.
De acordo com a denúncia a vítima e o acusado estavam bebendo em uma chácara nas proximidades da MT-010 quando durante o jantar ambos teriam começado uma discussão por não ter sobrado alimento para o acusado.
Após a discussão Sangue Bom teria disparado com uma espingarda na direção de Izidoro que não acertou, após a discussão o acusado juntamente com comparsas surpreenderam a vítima e a esfaquearam pelas costas, os golpes de arma branca teriam continuado após o borracheiro ter caído ao chão.
Após a perícia foi constatado que Sangue Bom juntamente com os comparsas desferiram cerca de 40 golpes de faca na vítima, na época a delegada Silvia Pauluzzi da Delegacia Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que investigou o caso chegou a afirmar que o corpo da vítima estava retalhado.
No julgamento os Membros do Conselho de Sentença acataram a tese da acusação de que o crime teria motivação fútil, assim como o meio cruel que o acusado usou para tirar a vida da vitima.
Elizeu foi condenado por homicídio triplamente qualificado, já que Izidorio foi surpreendido pelos assassinos. Elizeu chegou a confessar parcialmente o crime, afirmando que apenas fez o disparo com a arma de fogo, porém segundo o acusado o mesmo teria atirado para o alto e não em direção a vítima para conter as agressões dos envolvidos.
Em 2018 Sangue Bom foi julgado e sentenciado a 12 anos de prisão devido a um outro homicídio, o acusado somou com a nova sentença 26 anos de prisão e não terá direito de recorrer em liberdade.
Foto: Divulgação Polícia Civil
Mato Grosso
Município regulariza medição da qualidade da água após TAC
O Município de Itiquira (a 361 km de Cuiabá) regularizou o monitoramento da potabilidade da água fornecida à população, incluindo a análise de metais pesados e agrotóxicos. A medida atende compromisso firmado com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Itiquira, em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em maio deste ano no âmbito da política municipal de saneamento.As amostras foram coletadas em 12 pontos do sistema de abastecimento, sendo 11 locais de captação e a Estação de Tratamento de Água (ETA). Os exames contemplaram todos os parâmetros exigidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, do Ministério da Saúde, e apontaram resultados dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação.Segundo a Promotoria de Justiça, as análises realizadas anteriormente não incluíam alguns dos agrotóxicos mais utilizados na região e previstos no Anexo 9 da Portaria GM/MS nº 888/2021. Com a regularização do monitoramento, o controle passa a contemplar esses parâmetros.Além dos exames realizados por laboratório contratado pelo município, a Promotoria de Justiça de Itiquira solicitou ao Centro de Apoio Operacional às Execuções (CAEx) do MPMT a realização de uma contraprova. O objetivo é verificar se os resultados obtidos pelo laboratório privado são confirmados por análise independente.Nesta sexta-feira (2), representantes da Prefeitura de Itiquira, do Ministério Público e o professor doutor Domingos Sávio Barbosa, do Laboratório de Química Ambiental da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), reuniram-se para discutir a possibilidade de implantação de um monitoramento contínuo da qualidade da água, por meio de parceria com a instituição de ensino.Para o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, o avanço representa o cumprimento de uma demanda histórica da instituição e um importante passo para a proteção da saúde pública.“Essa é uma demanda antiga do Ministério Público. Houve compromissos firmados anteriormente e repactuados neste ano, mas o monitoramento era realizado de forma intermitente ou incompleta. Agora, o município avança para regularizar definitivamente a situação. Em um estado com uso intenso de agrotóxicos, é fundamental que a população tenha acesso a informações confiáveis sobre a qualidade da água que consome. O desafio é transformar essas análises em uma rotina permanente e fortalecer a transparência, permitindo que cada cidadão também exerça o papel de fiscal”, destacou.Transparência – Conforme previsto no TAC, todos os relatórios das análises ficarão disponíveis para consulta pública no site da Prefeitura de Itiquira. A medida busca garantir transparência e possibilitar o acompanhamento dos resultados pela sociedade. Eventuais reclamações ou inconsistências identificadas nos relatórios poderão ser comunicadas à Promotoria de Justiça de Itiquira por meio da Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso, inclusive de forma sigilosa.
Foto: Reprodução Instagram.
Fonte: Ministério Público MT – MT
-
Política4 dias atrásGilberto Mello ganha força na reta final e é aposta do PL para a Câmara Federal
-
Política5 dias atrásLuiz Sansão declara apoio a Juca do Guaraná e destaca atuação do deputado em Barra do Bugres
-
Política4 dias atrásEmanuelzinho aparece na frente em pesquisa para deputado federal em Cuiabá
-
Polícia3 dias atrásMárcia Pinheiro passa por cirurgia de seis horas e família atualiza estado de saúde
-
Política5 dias atrásUm cantinho para brincar: iniciativa transforma espera em momentos de acolhimento na unidade do Santa Isabel
-
Entretenimento4 dias atrásClara, filha de Zezé Di Camargo e Graciele surpreende ao escolher doces: ‘Sem açúcar’
-
Esporte5 dias atrásCBF define calendário com semifinais da Copa do Brasil e rodadas do Brasileirão
-
Polícia Federal6 dias atrásPoço artesiano reforça abastecimento de escola que será ampliada para atender em tempo integral em 2027


Você precisa estar logado para postar um comentário Login