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Sachetti poderá ser suplente da chapa de Pivetta na corrida para o Senado Federal

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Da Redação

O ex-deputado federal Adilton Sachetti (Republicanos) descartou a possibilidade de ser candidato ao Senado Federal caso o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT) seja candidato a vaga, se por ventura Pivetta se mantenha como candidato ele deverá ser suplente da chapa com o vice-governador, isso já havia sido acordado entre os grupos políticos.

Nas eleições de 2018, Sachetti foi candidato ao Senado Federal, porém ficou apenas com a quarta colocação, com pouco mais de 333 mil votos. De acordo com o ex-deputado federal, a decisão seria uma forma de expressar sua gratidão pelo que Pivetta fez em relação sua vida política.

“Quando eu fui candidato a deputado federal, em 2014, o Otaviano Pivetta me ajudou na campanha. Pediu voto inclusive. Na última campanha ao Senado ele também costurou e tentou até os últimos minutos que eu fosse candidato em sua chapa, mas pela maioria do grupo eu fiquei fora. Porém, pela nossa amizade e por gratidão eu só disputo se ele não disputar. Caso contrário serei suplente”, afirmou Sachetti.

Ainda de acordo com Sachetti, não está definido se ele será primeiro ou segundo suplente na chapa e afirmou que quem irá decidir isso será o vice-governador. “Apenas faço parte dos planos dele [Pivetta]. Sobre ser o primeiro ou o segundo é o Otaviano que vai decidir.” Explicou o político.

Ao ser questionado sobre as afirmações de especialistas de que a vaga para o Senados e decide no maior colégio eleitoral do Estado, que no caso seria Cuiabá e com isso o ideal seria que os suplentes fossem da capital ou da região metropolitana, o ex-deputado discordou dos especialistas dizendo que este não é um fator único e que a baixada cuiabana já possui seu senador. “A baixada cuiabana já tem o seu senador. Jayme Campos (DEM) já está eleito e trabalhando por Mato Grosso. Não necessariamente é necessário ter alguém da capital. Talvez seria importante, mas não é um fator único. O Otaviano tem história na região Norte. Eu já tenho a minha e quero trabalhar mais pela Sul. Então eu acho que para vencer é necessário trabalho e afinidade com o povo, não ser apenas de Cuiabá”, afirmou.

Foto: Reprodução/Cidade em Foco

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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