Mato Grosso

Rotam recupera celulares roubados e prende 4 suspeitos de assaltarem a loja Martinelli

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Mato Grosso

Da Redação

Quatro homens suspeitos de envolvimento em assaltos na Loja Martinelli, do bairro Duque de Caxias, em Cuiabá, foram presos nesta terça-feira(03) pela Rotam. De acordo com a Polícia Militar, junto com o grupo também foram encontrados 13 celulares roubados e uma pistola falsa que estaria sendo usada nos roubos. 

O assalto aconteceu nessa segunda-feira (2) quando a loja foi invadida pela segunda vez consecutiva. Dessa vez, foram levados cerca de 40 celulares. No dia 5 de fevereiro, a mesma unidade também foi alvo de bandidos, que roubaram 200 celulares.

Conforme o boletim de ocorrência, os agentes estavam em patrulhamento quando viram um homem andando pela rua e realizado a abordagem. Ele carregava um celular na caixa e foi questionado sobre a nota fiscal. O homem disse que não tinha e alegou que iria vender o aparelho. Ele indicou a casa onde teria pego o aparelho.

Os policiais foram até o imóvel e encontraram mais dois homens, ambos identificados como foragidos da justiça com mandados de prisão em aberto. O grupo indicou outra casa no mesmo bairro onde foi encontrado o quarto suspeito, este reconhecido pela participação no roubo da loja.

Um dos detidos estava com um mandado de prisão em aberto. Conforme a Polícia Militar, os assaltantes foram reconhecidos pelas vítimas.

Ao todo foram apreendidos uma réplica de arma de fogo, além de uma placa com as iniciais de uma organização criminosa foram recuperados 12 celulares lacrado na caixa.

Um dos suspeito confessou que os aparelhos eram da loja. 

A quadrilha e os aparelhos celulares foram levados à Central de Flagrantes do Verdão.

 

Foto: PMMT

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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