Mato Grosso

Rotam prende dois homens por tráfico, apreende simulacro de arma de fogo e localiza foragido da Justiça

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Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam, nesta quinta-feira (19.2), dois homens por tráfico ilícito de drogas e localizaram um foragido da Justiça, durante abordagens, em Várzea Grande. Os militares apreenderam diversas porções de entorpecentes, entre maconha e cocaína, um simulacro de arma de fogo e dinheiro em espécie.

Durante patrulhamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero, no bairro Costa Verde, os militares flagraram três homens em atitude suspeita, em frente a uma residência. Em certo momento, um deles correu para uma região de mata, enquanto outros dois, tentaram fugir pelos fundos do imóvel, sendo abordados em seguida.

No local, os policiais militares encontraram diversas porções de cocaína e maconha, além de um tablete do mesmo ilícito, um simulacro de arma de fogo e R$ 1.331. Os suspeitos, ambos de 26 anos, foram detidos e conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Posteriormente, os militares efetuaram rondas pela região do bairro Jardim Imperial, ainda em Várzea Grande. As equipes se depararam com um grupo de pessoas em atitude suspeita, que se dispersou com a aproximação dos militares.

Durante abordagem a um dos indivíduos, um homem, de 41 anos, foi identificado e constatado mandado de prisão em aberto, expedindo pela 2ª Vara Criminal de Cuiabá, por crimes de furto e homicídio. O homem também foi conduzido à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT



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Acusado de matar esposa e enterrá-la no quintal é condenado

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O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (20), Jackson Pinto da Silva pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime praticados contra a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Após acolher a tese apresentada pelo Ministério Público, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade do réu pelos crimes denunciados. A juíza presidente Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena em 31 anos e três dias de reclusão, em regime inicial fechado, um mês e três dias de detenção em regime aberto. Além da condenação criminal, a magistrada determinou o pagamento de 15 dias-multa e fixou indenização correspondente a 50 salários-mínimos, a ser paga aos sucessores da vítima a título de reparação mínima pelos danos causados.Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2026, na residência do casal, no bairro Parque Cuiabá. Segundo apurado durante as investigações, Jackson Pinto da Silva matou a vítima por asfixia mecânica enquanto ela dormia, circunstância que impossibilitou qualquer reação defensiva.De acordo com a acusação, o feminicídio foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher e envolveu menosprezo à condição feminina. A denúncia apontou ainda que o crime teve motivação patrimonial, uma vez que o réu teria adotado medidas para obter controle sobre bens e recursos financeiros da vítima, realizando inclusive movimentações bancárias em benefício próprio.Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que, após matar a esposa, o condenado transportou o corpo para outro imóvel pertencente à vítima e o enterrou utilizando maquinário previamente contratado sob a justificativa de realização de obras no local. A conduta caracterizou o crime de ocultação de cadáver.A acusação também sustentou que o réu tentou dificultar a descoberta da verdade ao retirar equipamentos de armazenamento de imagens da residência e criar uma falsa narrativa para simular o desaparecimento da vítima. Conforme as investigações, ele utilizou o telefone celular de Nilza Moura de Sousa Antunes para enviar mensagens a familiares, forjando uma situação de sequestro e exigindo pagamento de resgate.Além disso, Jackson Pinto da Silva compareceu à polícia para registrar ocorrência baseada em informações falsas. A versão apresentada, entretanto, foi confrontada pelos elementos probatórios reunidos durante a investigação, permitindo o esclarecimento da dinâmica criminosa e a localização do corpo da vítima.Ao sustentar a acusação em plenário, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva defendeu a condenação do réu pelos crimes denunciados, tese acolhida pelos jurados que integraram o Conselho de Sentença.Fotos: Rodrigo Moura / TJMT

Fonte: Ministério Público MT – MT



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