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Reunião discute criação de postos de atendimento da Defensoria Pública na Câmara

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O objetivo é criar um novo núcleo para atender no Legislativo cuiabano para atender as demandas da população

Da Redação

A instalação de postos de atendimento da Defensoria Pública na Câmara Municipal de Cuiabá foi discutida durante uma reunião realizada nesta terça-feira (29). O defensor Público-Geral, Clodoaldo Queiroz, e a secretária Executiva, Maria Luziane Ribeiro de Castro, estiveram no gabinete da presidência do Legislativo municipal conversando sobre o tema com os vereadores Juca do Guaraná Filho (MDB), presidente da Casa, Chico 2000 (PL) e Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania).
O defensor público-geral disse que a Defensoria tem grande procura por atendimento e, por isso, estuda criação de novos núcleos para atender as demandas da população.
“Inicialmente, viemos viabilizar um espaço na Câmara para que possamos fazer nossos atendimentos aqui também. Pretendemos iniciar um termo de parceria para que possamos atender mais pessoas ao mesmo tempo”, comentou.
O presidente do Legislativo, Juca do Guaraná, ressaltou a importância da parceria e comentou que a extensão dos trabalhos da Defensoria no Legislativo vai aproximar ainda mais a Casa da população cuiabana. 
“A Defensoria vai fazer o que já vem sendo feito pela Câmara, atender a população cuiabana”, destacou.
“É extremamente importante essa casa ter esse serviço, Aqui é onde as pessoas devem vir atrás de socorro, atrás dos seus anseios, e ter a Defensoria aqui será mais um serviço que esta Casa poderá fornecer entre tantos que já oferece”, disse Chico 2000.
“A defensoria pública é o remédio para quem quer socorro, então nada mais justo a gente abrir a porta da nossa casa acolhendo essas pessoas que precisam da nossa ajuda”, destacou o vereador Rodrigo Arruda e Sá.
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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