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Repórter fotográfico diz que seu foco mais preciso “sempre foi amar Cuiabá”

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A CAPITAL MATO-GROSSENSE ESTÁ SENDO MUITO BEM ADMINISTRADA, AFIRMA DEMÓSTEMES MILHOMEM. “À PARTE DO TALENTO ADMINISTRATIVO E EMPREENDEDOR, O PREFEITO EMANUEL PINHEIRO CULTIVA UM ARSENAL DE AMOR PELA SUA CIDADE. A CONSTRUÇÃO DE PILARES FUTUROS NUNCA PAROU NA SUA GESTÃO”, ASSINALA O JORNALISTA

Da Redação

Amar Cuiabá integralmente. Acompanhar seu dia a dia e tentar ajudar os conterrâneos no que for possível. Principalmente, sempre focando as lentes profissionais do zelo jornalístico tão comum nas mudanças que a capital sofreu nos últimos tempos. Esse procedimento é quase um ritual amoroso na vida do jornalista Demóstenes Milhomem, considerado pelos antigos colegas um dos mais respeitados técnicos na arte fotográfica jornalística.

Humilde, já autor de livro sobre Histórias do Legislativo (época em que atuava na Secretaria de Comunicação Social da ALMT), Demóstenes explica que sua maior preocupação é zelar para que as coisas funcionem a contento. Enquadra-se aí, admite, acompanhar o ritmo da administração da capital, que ele qualifica hoje de exemplar. “Temos que aplaudir o prefeito Emanuel: é cuiabano determinado a fazer o melhor possível pela nossa cidade e seu povo. Se alguém duvida, basta andar por aí, conferir os empreendimentos entregues  e outros em curso”, diz com veemência.

“Dema” e Julimar: amor incondicional por Cuiabá. Foto: Arquivo Pessoal

Natural da região de Campo Verde, Milhomem formou linda família na capital, casando-se com Julimar, natural de Diorama, Goiás. Dessa união nasceram duas filhas, respectivamente jornalista e enfermeira. “Elas significam tudo que sempre desejamos, além da netinha que chegou também para brindar nossas existências. No mais, somos tranquilos e gratos por tudo, porque acreditamos em Deus e no poder de Justiça dos homens para construir aquilo que todos precisam. Nesse ponto, cabe aplausos ao prefeito do município. Cuiabá está se transformando numa grande metrópole!

Esse feliz desabafo do jornalista foi feito da varanda de sua casa, lugar preferido em que admira o pôr do Sol e, via de regra, a alvorada. “O Parque Mãe Bonifácia está bem aí nos fundos. Daqui, posso ouvir a cantoria da passarada pela manhã e ao entardecer. E, mais à noite, no mordaz silêncio que as horas avançadas impõem, também consigo escutar o ‘cântico mudo’ das coisas que Deus nos oferta e nem sempre sabemos valorizar. Por vezes, sussurros silenciosos são os mais inspiradores conselheiros de almas atribuladas”.

Para “Dema”, seu foco mais nítido [no manuseio das antigas e novas câmeras fotográficas] sempre foi direcionar muito amor a Cuiabá. “Amor que já distribuímos em quantidade abastada à família. Na sequência, é preciso valorizar nosso torrão natal, essa Cuiabá maravilhosa que nos acolheu tão bem. É aqui que quero encerrar minha missão terrestre; e minha família também compactua dessa mesma vontade, acredito. O amor pela capital é imenso no nosso lar e em cada coração dos seus integrantes”.

 

 

 

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MPMT defende rede forte para proteger crianças e adolescentes

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A importância da atuação articulada da rede de proteção para garantir direitos e fortalecer a execução das medidas socioeducativas foi destacada pelo procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado durante o I Seminário Infância Protegida, realizado nesta quinta-feira (1º), no Auditório da Escola Superior da Advocacia (ESA-MT), em Cuiabá. A palestra abriu o painel “Medidas Socioeducativas: Garantias, Execução e Atuação em Rede”, que reuniu profissionais e instituições que atuam na defesa de crianças e adolescentes.Ao abordar os desafios do socioeducativo, o procurador reforçou que a proteção integral de crianças e adolescentes depende da atuação conjunta do poder público, do sistema de Justiça, das escolas, dos serviços de saúde, da assistência social e da sociedade civil. Segundo ele, o fortalecimento dessa rede é essencial para prevenir situações de vulnerabilidade, interromper ciclos de violência e ampliar as oportunidades de desenvolvimento para crianças e adolescentes.Paulo Prado chamou a atenção para os altos índices de violência contra crianças, adolescentes e mulheres e defendeu a ampliação de políticas públicas voltadas à prevenção. Na avaliação dele, a ausência de oportunidades, espaços de convivência e ações de proteção em comunidades mais vulneráveis pode favorecer o aliciamento de adolescentes por organizações criminosas.O procurador destacou a necessidade de superar conceitos ultrapassados relacionados à infância e à adolescência e reforçou que adolescentes em conflito com a lei devem ser reconhecidos como sujeitos de direitos. Nesse contexto, explicou que as medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não devem ser vistas apenas como mecanismos de responsabilização, mas também como instrumentos de educação, inclusão social e reconstrução de trajetórias.Paulo Prado destacou ainda a importância de os municípios estruturarem adequadamente as medidas socioeducativas em meio aberto, como a prestação de serviços à comunidade e a liberdade assistida. Para ele, a efetividade dessas ações depende diretamente da participação integrada dos municípios, da assistência social, da educação, da saúde, dos conselhos de direitos e do sistema de Justiça.“O fortalecimento da rede de proteção é essencial para que esses adolescentes tenham oportunidades reais de desenvolvimento e para evitar que sejam cooptados pela criminalidade”, afirmou.A palestra reuniu estudantes de Direito, advogados, servidores do sistema socioeducativo, professores, representantes dos Conselhos Municipal e Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente e profissionais que atuam diretamente na rede de proteção à infância e à juventude.A secretária-adjunta do Sistema Socioeducativo e Política sobre Drogas da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT), Lenice Silva dos Santos Barbosa, reforçou que a prevenção é um dos principais caminhos para reduzir o ingresso de adolescentes no sistema socioeducativo.“Muitos adolescentes que hoje estão no sistema socioeducativo talvez não estivessem nessa situação se tivessem tido acesso, desde a infância, a políticas públicas de cuidado, acolhimento e fortalecimento familiar”, observou.A gestora também defendeu a ampliação das ações integradas entre assistência social, educação, saúde e sistema de Justiça, ressaltando que a proteção integral exige atuação coordenada e permanente entre os diversos órgãos que compõem a rede de atendimento.Representando a Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB-MT), a presidente da Comissão da Infância e Juventude, Cíntia Magda Santos Vieira, destacou a importância da mobilização contínua das instituições em defesa dos direitos da infância e da juventude.Segundo ela, o fortalecimento da rede de proteção depende do compromisso compartilhado entre poder público, entidades e sociedade civil para assegurar acolhimento, oportunidades e desenvolvimento às novas gerações.O painel reuniu estudantes de Direito, advogados, servidores do sistema socioeducativo, professores, representantes dos Conselhos Municipal e Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, integrantes do sistema de Justiça e de órgãos públicos, além de profissionais que atuam diretamente na rede de proteção à infância e à juventude.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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