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Qualifica 300 é destaque no Encontro Nacional de Prefeitos

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Da Redação

O programa Qualifica Cuiabá 300 anos foi destaque do painel da mulher do 2º Encontro Nacional de Prefeitos, realizado pela Associação dos Prefeitos do Estado de São Paulo (Apreespe) entre os dias 30 de setembro e 02 de outubro, no Memorial da América Latina, em São Paulo.  

A primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, foi convidada para apresentar as políticas públicas municipais da Capital referente ao combate à violência doméstica e o empoderamento feminino no intuito de promover a igualdade de gênero.    

O programa que visa levar qualificação profissional, de forma gratuita, diretamente às comunidades mais carentes da Capital tem se consolidado como a maior política pública do Município voltada à mulher. 

“Quando vemos cases de sucessos de mulheres que saíram do Qualifica 300 e estão empreendendo e gerando renda familiar, é a certeza que estamos combatendo à violência doméstica e tirando do ciclo da violência aquelas mulheres que dependendo de seus maridos e se submetem a determinadas situações como violência física, verbal, psicológicas e entre outras”, explicou a primeira-dama Márcia Pinheiro.  

Em Cuiabá, mais de 3 mil mulheres foram vítimas de violência doméstica no ano passado e, conforme estudos apontam, uma a cada quatro violentadas dependem financeiramente ou de alguma forma de seus conjugues.  

A fortificação dos municípios no desenvolvimento independente de ações e políticas no enfrentamento da violência doméstica e familiar é uma das principais metas do Governo Federal que vem trabalhando para promover essa emancipação das instituições acerca das políticas públicas de igualdade de gênero.                                                                                             

“91% dos municípios no Brasil ainda não possuem delegacias especializadas. Então, nós viemos caminhando nessa direção de fortificar as ações nos municípios e ver projetos como estes apresentados aqui, só nos faz crer que estamos caminhando para uma direção e que é sim possível erradicar à violência doméstica. Isso é mais Brasil e menos Brasília que o Governo Federal defende”, destacou a ministra da Mulher, da Família e dos Diretos Humanos, Damares Alves.   

Durante o painel, programas semelhantes ao Qualifica 300 foram apresentados como ações de combate à violência doméstica como o caso do município de Mauá, região Metropolitana de São Paulo, que faz parceria com empresas multinacionais e encaminha mulheres vítimas de violência para postos de trabalho, após qualificação prévia.

Fonte: Secom-CBA / Foto: SECOM-CBA

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Mutirão de Conciliação do 2º Grau busca destravar demandas ambientais

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A quarta edição do Mutirão de Conciliação Ambiental do 2º Grau foi aberta na manhã desta terça-feira (13), na sede do Complexo dos Juizados Especiais de Cuiabá. Promovida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Poder Judiciário de Mato Grosso e Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), a ação busca estimular a autocomposição em processos ambientais que tramitam no Tribunal de Justiça. Ao longo dos dias 13 e 14 de outubro, serão realizadas 67 audiências.Pelo MPMT, participam dos trabalhos as equipes da Procuradoria de Justiça Especializada em Defesa Ambiental e Ordem Urbanística, do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor) e do Centro de Apoio Técnico à Execução (Caex) Ambiental. As audiências contam ainda com a atuação dos promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko Junior, Rinaldo Ribeiro de Almeida Segundo, Roberta Câmara Vieira Jacob e Rodrigo Ribeiro Domingues.Durante a abertura, a procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, titular da Procuradoria de Justiça Especializada em Defesa Ambiental e Ordem Urbanística e ouvidora-geral do MPMT, ressaltou a relevância do mutirão para a construção de soluções consensuais em demandas que poderiam levar anos para alcançar uma definição. De acordo com ela, a iniciativa beneficia tanto as partes envolvidas quanto a sociedade, ao reduzir o tempo de tramitação dos processos e ampliar a efetividade das decisões.“Estamos novamente reunidos para o último mutirão ambiental deste ano, com a expectativa de alcançar resultados positivos para todas as partes. A conciliação permite a construção de soluções amigáveis, reduz o tempo de tramitação dos processos e contribui para a efetividade da prestação jurisdicional”, afirmou. A procuradora também agradeceu o empenho dos membros, servidores e demais profissionais das instituições parceiras envolvidos na realização dos trabalhos.O presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira, destacou que a proposta vai além da solução dos processos judiciais, ao buscar alternativas capazes de conciliar a proteção ambiental, a recuperação de créditos públicos e a continuidade de atividades econômicas desenvolvidas de forma responsável. “Estamos aqui para solucionar problemas e construir soluções que atendam ao interesse público e às necessidades das partes envolvidas. Para isso, é fundamental que todos participem com espírito colaborativo e disposição para o diálogo”, afirmou.O desembargador observou ainda que os casos incluídos no mutirão apresentam maior complexidade por já estarem em fase recursal e, em muitos casos, se arrastarem há anos sem uma definição. Coordenador do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor), o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior destacou a atuação integrada das instituições envolvidas e agradeceu o empenho dos membros e servidores do Ministério Público e do Poder Judiciário na realização do mutirão. “É com muita honra que o Compor participa de mais esta edição. Toda essa estrutura e apoio são fundamentais para viabilizar acordos e soluções mais rápidas e eficientes para as demandas ambientais”, afirmou.O promotor de Justiça explicou que, por envolver processos já em tramitação no Tribunal de Justiça, o mutirão tem como objetivo acelerar a resolução dos conflitos e ampliar a eficiência da autocomposição. Segundo ele, os acordos contribuem para a regularização de áreas, permitem o uso responsável dos recursos naturais e garantem que os valores obtidos com as composições sejam revertidos em benefício da proteção ambiental. “Buscamos acordos que resultem em benefícios para o meio ambiente, na reparação dos danos ambientais e na regularização das áreas para aqueles que precisam explorá-las de forma responsável”, ressaltou.O promotor de Justiça Rinaldo Ribeiro de Almeida Segundo ressaltou que o diálogo e a construção de consensos são ferramentas essenciais para superar conflitos prolongados. Para ele, o mutirão representa uma oportunidade de solucionar demandas que poderiam permanecer em discussão por décadas, produzindo resultados concretos para todos os envolvidos.Edição anterior – A terceira edição do Mutirão de Conciliação Ambiental do 2º Grau, realizada entre os dias 17 e 19 de agosto deste ano, resultou na celebração de acordos em aproximadamente 32% dos processos pautados. Os entendimentos firmados viabilizaram a destinação de cerca de R$ 5 milhões para projetos ambientais, evidenciando a efetividade da conciliação na solução de conflitos e no fortalecimento das ações de proteção ambiental em Mato Grosso.Fotos: Josi Dias | TJMT.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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