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Projeto de educação inclusiva da Seduc é finalista nacional no 5º Prêmio Conexão Inova

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) é finalista nacional no 5º Prêmio Conexão Inova, na categoria Voto Popular. O prêmio, promovido pela Rede Conexão Inovação Pública, será de 02 e 04 de junho em Belo Horizonte e reconhece as iniciativas mais inovadoras nas áreas de gestão pública, políticas públicas, tecnologias disruptivas e cidadania digital.

A prática finalista, denominada projeto EduInclui, faz parte das ações da Superintendência de Equidade e Inclusão da Seduc. Antes de ter sido inscrito no prêmio nacional, o EduInclui foi vencedor em 2024 do 1º Prêmio Eficiência e Inovação em Práticas Públicas, na categoria Satisfação do Cidadão ou do Servidor, concedido pelo Governo de Mato Grosso.

Essa prática visa garantir a identificação e o atendimento com 12 especialidades médicas e terapêuticas aos estudantes da rede com algum tipo de deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA), além dos demais públicos alvo da educação especial.

Resultados do projeto apontam que houve uma redução de 15,4% de abandono e uma melhora na aprovação dos estudantes em 2023, representando um aumento de 84% em relação a 2022.

Para o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, ter um projeto desenvolvido pela equipe da Coordenadoria de Educação Inclusiva da Seduc representando Mato Grosso em premiação nacional é a evidência de uma gestão pública eficiente e inclusiva.

“A premiação também evidencia o esforço e dedicação de todos os servidores em busca de melhorias e resultados positivos para a comunidade escolar. Que essas iniciativas sirvam de inspiração para as demais equipes de todas as coordenadorias da pasta”, completou Alan.

Para que o projeto EduInclui vença a etapa nacional, será necessário ter maioria em votação popular nesta sexta-feira (21.2), por meio de link no perfil da Rede Conexão no Linkedin e, ainda, passar por análise de uma banca após apresentação de oficina por três servidores que representarão a Coordenadoria de Educação Inclusiva da Seduc.

Fonte: Governo MT – MT



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Acusado de matar esposa e enterrá-la no quintal é condenado

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O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (20), Jackson Pinto da Silva pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime praticados contra a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Após acolher a tese apresentada pelo Ministério Público, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade do réu pelos crimes denunciados. A juíza presidente Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena em 31 anos e três dias de reclusão, em regime inicial fechado, um mês e três dias de detenção em regime aberto. Além da condenação criminal, a magistrada determinou o pagamento de 15 dias-multa e fixou indenização correspondente a 50 salários-mínimos, a ser paga aos sucessores da vítima a título de reparação mínima pelos danos causados.Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2026, na residência do casal, no bairro Parque Cuiabá. Segundo apurado durante as investigações, Jackson Pinto da Silva matou a vítima por asfixia mecânica enquanto ela dormia, circunstância que impossibilitou qualquer reação defensiva.De acordo com a acusação, o feminicídio foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher e envolveu menosprezo à condição feminina. A denúncia apontou ainda que o crime teve motivação patrimonial, uma vez que o réu teria adotado medidas para obter controle sobre bens e recursos financeiros da vítima, realizando inclusive movimentações bancárias em benefício próprio.Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que, após matar a esposa, o condenado transportou o corpo para outro imóvel pertencente à vítima e o enterrou utilizando maquinário previamente contratado sob a justificativa de realização de obras no local. A conduta caracterizou o crime de ocultação de cadáver.A acusação também sustentou que o réu tentou dificultar a descoberta da verdade ao retirar equipamentos de armazenamento de imagens da residência e criar uma falsa narrativa para simular o desaparecimento da vítima. Conforme as investigações, ele utilizou o telefone celular de Nilza Moura de Sousa Antunes para enviar mensagens a familiares, forjando uma situação de sequestro e exigindo pagamento de resgate.Além disso, Jackson Pinto da Silva compareceu à polícia para registrar ocorrência baseada em informações falsas. A versão apresentada, entretanto, foi confrontada pelos elementos probatórios reunidos durante a investigação, permitindo o esclarecimento da dinâmica criminosa e a localização do corpo da vítima.Ao sustentar a acusação em plenário, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva defendeu a condenação do réu pelos crimes denunciados, tese acolhida pelos jurados que integraram o Conselho de Sentença.Fotos: Rodrigo Moura / TJMT

Fonte: Ministério Público MT – MT



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