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Projeto Corrente do Bem e parceiros começam dar formato na cozinha da família que foi vítima de incêndio

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Mato Grosso

Da Redação.

“Elo abraçando outro elo, assim vai se formando uma corrente, um conjunto de forças gerando ações, que estão sendo utilizadas para fazer o bem, sem olhar a quem, com este lema, o Projeto Corrente do Bem e seus parceiros, estão fazendo a diferença na vida de pessoas menos favorecidas”, explicou o líder comunitário, Arnaldo do Mapim, que esteve no último final de semana, na comunidade rural Nova Esperança, em Jangada.

Foto: Reportagem

Desde o mês passado, fevereiro de 2021, quando o professor Vitor fez uma filmagem, informando sobre as condições precárias de uma família, que vive na comunidade Nova Esperança, e estava passando por dificuldades, devido o incêndio que destruiu a cozinha e parte da casa, pedindo ajuda, que os parceiros do Projeto Corrente do Bem, não mediram esforços para proporcionar melhores condições de vida para aquela família.

“A família perdeu tudo da cozinha, desde copos, talheres, pratos, panelas, até a estrutura que foi consumida pelo fogo”.  

O líder comunitário, Arnaldo do Mapim juntamente com o jornalista e apresentador, Laerte Lannes de imediato organizaram a primeira visita, há cerca de 15 dias, para verificar a situação da família. E com a ajuda da madrinha do Projeto Corrente do Bem, a primeira-dama do estado, Virginia Mendes, conseguiram levar cestas básicas, Kits de higiene e utensílios domésticos.      

Foto: Reportagem

“É muito gratificante poder ajudar quem mais precisa, só tenho que agradecer os parceiros e a madrinha do Projeto Corrente do Bem, dona Virginia Mendes, que não mediram esforços colaborando com cestas básicas até com a construção da obra”, ressaltou Arnaldo.

Foto: Reportagem

O líder comunitário fez questão de agradecer os profissionais, que assistiram a reportagem na semana passada, e de forma voluntária, os pedreiros e seus ajudantes, começaram da dar forma ao sonho da família que teve a casa destruída.

“O final de semana foi agitado, com voluntários trabalhado com eficiência, deixando o desenvolvimento da obra acima da expectativa”.

O representante do Projeto Corrente do Bem em Jangada, Professor Vitor não escondeu o entusiasmo, com as ações que estão sendo realizadas na região, e aproveitou para agradecer a todos, que de uma forma ou de outra, estão colaborando para ajudar esta família.

Foto: Assessoria

“A primeira-dama Virginia Mendes, a secretária Rosamaria, o deputado e presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, o deputado e 1º secretário da AL, Eduardo Botelho e demais parceiros atuaram de forma efetiva para mudar da vida desta família”.

“Temos que agradecer o Arnaldo do Mapim, o jornalista e apresentador do Programa da Gente, Laerte Lannes, a primeira-dama, Virginia Mendes e a todos que estão aqui, de forma voluntária, tornando um sonho de uma família em realidade”, relatou o Prof. Vitor.

Para Laerte Lannes, as ações dos voluntários é um gesto a ser seguido, porque são pessoas que viram as necessidades dessas pessoas, através da reportagem, e saíram de suas casas na madrugada, em pleno sábado, para ajudar o próximo.

“A maior parte dos voluntários são moradores de Várzea Grande e se deslocaram até Jangada, para contribuir com a construção”.

Foto: Reportagem

“Eu agradeço a Deus, todos os dias por ter me dado a oportunidade de fazer parte do Projeto Corrente do Bem, que tem pessoas como Arnaldo do Mapim, a madrinha primeira-dama, dona Virginia, e todos os parceiros e colaboradores que fizeram, fazem e farão a diferença na vida de milhares de pessoas, venham vocês também, fazer o bem, sem olhar a quem”, declarou Laerte Lannes.

Foto: Reportagem

 

 

Foto: Reportagem

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Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

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Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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