Mato Grosso

Projeto Arena Encantada arrecadou mais de 83 toneladas de alimentos

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Mato Grosso

Da Redação

Muito mais que oferecer lazer para as famílias mato-grossenses, a Arena Encantada incentivou a corrente do bem com a doação de alimentos não perecíveis. No total, durante os dias em que o parque natalino esteve montado na Arena Pantanal, foram doados 83 toneladas de produtos, entre arroz, feijão, macarrão, trigo, óleo, leite e outros alimentos.

Todos os alimentos recebidos foram selecionados e tiveram a data de validade verificada, antes de serem repassados para os clubes de serviços, entidades sociais filantrópicas e associações comunitárias que atuam em Mato Grosso.

A primeira-dama Virginia Mendes, idealizadora do projeto, e a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Rosamaria Carvalho, farão uma segunda entrega de alimentos ainda no mês de janeiro.

Jana Pessôa/Setasc-MT

O primeiro repasse das cestas básicas foi realizado no dia 20 de dezembro. Somaram 17 instituições beneficiadas que foram previamente cadastradas e selecionadas pela equipe da Setasc e da Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf). “A população que esteve na Arena Encantada fez a sua parte doando os alimentos. O ato de solidariedade irá beneficiar muitas famílias carentes”, disse a titular da Setasc.

A Arena Encantada esteve disponível para a população entre os dias 06 de dezembro de 2019 e 05 de janeiro de 2020. O evento contou com cenários que representam a Casa do Papai Noel, Presépio, Floresta Encantada, Vila dos Doces e Vila das Fadas e Duendes. No entorno da arena, o público ainda teve à disposição uma praça de alimentação.

Voluntários montam cestas básicas com alimentos arrecadados na Arena Encantada
Créditos: Jana Pessôa/Setasc-MT

A primeira-dama Virginia Mendes agradeceu a solidariedade e o envolvimento da população, que, de quilo em quilo, ajudou a somar na arrecadação de tantas cestas básicas.

“Quero agradecer imensamente a generosidade e o espírito de solidariedade da nossa população mato-grossense, que entendeu o significado e o espírito cristão que queríamos passar com a Arena. Graças a isso, milhares de famílias tiveram um Natal mais abençoado e ainda conseguiremos continuar ajudando a tantas pessoas. Minha sincera gratidão”, afirmou Virginia.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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