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Presidente Bolsonaro recebe hoje prefeito Kalil, senador Jayme e secretário César Miranda

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Na pauta da audiência com o presidente da República, mais vacinas e recursos para tocar projetos em Várzea Grande, principalmente no âmbito de saneamento básico

Da Redação

Nesta terça, 15, o presidente Jair Bolsonaro irá receber, em audiência, o prefeito Kalil Baracat (Várzea Grande), o senador Jayme Campos e o secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda. O grupo irá reivindicar a liberação de mais vacinas para o Estado e recursos para tocar obras em Várzea Grande, a maioria delas centrada na área de saneamento básico. Para o prefeito Kalil, resolver a questão do abastecimento d’água e esgotamento sanitário em Várzea Grande é fundamental e emergencial. Também salientou que a imunização da população contra a Covid-19 é outra preocupação constante. “Por mais que tenhamos imunizado a população, o momento ainda é crítico; não pode faltar vacinas”.

Kalil prospectou que a construção [breve] da Nova ETA na região do Chapéu do Sol, empreendimento previsto para mais alguns anos, é importante para universalizar a questão do abastecimento, a despeito de VG não parar de crescer e registrar expressivo acréscimo populacional, pontou. A Nova ETA, foi outra observação do chefe do Executivo, se inclui entre os módulos projetados para sanar o dilema da falta d’água no município, pois a ideia é implementar modernização geral nesse segmento em todo o município, incluindo os polos distritais.

“Universalizar a questão do abastecimento e esgotamento sanitário é o objetivo. Mas, por ora, nos defrontamos com séria escassez de recursos para tocar empreendimentos que podem amenizar o impacto dessa deficiência registrada em pontos diversos do município. O foco é preparar VG para o futuro, sempre salientando que isso começou lá atrás, dia 1º de janeiro, quando assumimos o comando do Paço Municipal. Queremos contar pontualmente com apoio dos governos [estadual/federal] e instituições parlamentares [ALMT, Câmara Federal, Câmara Municipal, Senado da República) para ir avante com essas propostas. É exatamente isto que iremos expor hoje ao presidente da República”.

Também consta na pauta deste encontro com o presidente reivindicar a liberação dos recursos federais garantidos a Várzea Grande pelo antigo PAC – Programa de Aceleração do Crescimento. Pelo termos do acordo firmado entre Prefeitura/Governo Federal na época, esses recursos, a Fundo Perdido, seriam liberados pela Caixa Econômica Federal, totalizando R$ 500 milhões para investimentos em saneamento básico na Cidade Industrial. Porém, anos após foram liberados apenas R$ 50 milhões. E pela normativa em vigor, os R$ 450 milhões não constam agora mais a fundo perdido, só sendo liberados pela CEF via-empréstimo. É um impasse que pode ser resolvido politicamente, no entendimento do Executivo várzea-grandense.

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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