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Prefeitura de Cuiabá atende decisão judicial e elabora plano para o transporte público

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Da Redação

A Prefeitura Municipal de Cuiabá, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana, informa sobre a operação especial no transporte coletivo para atender a decisão judicial expedida na data de 22 de março, que retifica artigo do Decreto 7.849/2020.

-Os ônibus começarão a rodar a partir das 4h30 do dia 23/03 até a data de 05/4;

-Irão circular 120 ônibus somente para o transporte dos profissionais da saúde pública e privada de Cuiabá, conforme decisão judicial;

-Todas as linhas e itinerários serão mantidas, porém com frota reduzida e consequentemente com intervalos maiores;

-Os horários de entrada e saída dos profissionais, assim como de troca de turnos nas unidades de saúde serão priorizados;

-A entrada no ônibus somente será permitida aos profissionais da área de saúde, sendo exigida Identificação (crachá ou holerite);

-Será obrigatório o uso do cartão de transporte;

-As estações (Bispo, Alencastro e Ipiranga) irão permanecer fechadas para evitar aglomerações evitando a propagação do Coronavírus;

-Os coletivos irão rodar, seguindo a determinação judicial, com 50% de sua capacidade total. Na prática, 35 pessoas em cada  viagem.

A Prefeitura de Cuiabá reitera que nesse momento é preciso fazer um apelo à consciência de cada um. A decisão atende aos profissionais da saúde. Respeite. Faça a sua parte. Estamos numa cruzada contra o novo Coronavirus e esse esforço depende da união de todos em defesa da vida.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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