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Por dívida de R$: 5 Reais jovem de 19 anos e assassinado em Cuiabá

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Avó relatou aos policiais que um homem havia procurado seu neto mais cedo cobrando a dívida

Da Redação

 

Uma rapaz identificado como Allyson Lima da Silva, de 19 anos, foi assassinado a tiros na noite desta segunda-feira (30), no Bairro Jardim Umuarama, em Cuiabá.

A Polícia Militar foi acionada e conseguiu prender o suspeito. O motivo da execução seria uma dívida de droga no valor de apenas R$ 5.

Segundo consta no boletim de ocorrência, a avó da vítima contou para a Polícia que estava em sua casa na companhia do neto e que, no começo da tarde, um homem – que ela afirma não conhecer – chegou ao local, ameaçando e cobrando a dívida.

De acordo com ela, o suspeito ainda teria a coagido para que quitasse a dívida.

Conforme o BO, o homem teria ido embora e retornado por volta das 18h30 na companhia de mais outro sujeito. E que após novamente cobrar a vítima, os três saíram da casa e foram até a esquina da rua para conversar.

Em seguida, a mulher afirma ter sido avisada por vizinhos, que Allyson havia sido baleado.

O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado, mas a vítima não resistiu e morreu ainda no local do crime.

Testemunhas disseram para a PM onde o suspeito de atirar na vítima morava. Ao realizar as buscas, a PM encontrou o homem.

Identificado pelas iniciais de S.C.M.C., de 36 anos, ele foi preso e encaminhado para a Central de Flagrantes da Capital, onde foi autuado por homicídio doloso.

O crime ainda deve ser investigado pela Polícia Civil, para tentar identificar o comparsa do atirador.

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Julgamento é retomado com interrogatório dos réus

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O julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi retomado na manhã desta quarta-feira (30), no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Após o encerramento do primeiro dia de instrução, as partes desistiram da oitiva das testemunhas que ainda estavam arroladas para depor, permitindo o avanço da sessão para a fase de interrogatório dos réus.Os trabalhos foram reiniciados com o interrogatório de Antônio Gomes da Silva, apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) como o autor dos disparos que resultaram na morte do advogado. Na sequência, também deverão ser interrogados os demais réus, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida (NDV). A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também integra a acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Durante o primeiro dia de julgamento, realizado na terça-feira (29), foram ouvidas seis testemunhas, entre elas delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal que atuaram nas investigações do caso. As oitivas abordaram a dinâmica do crime, o planejamento da ação criminosa e os elementos probatórios reunidos ao longo da apuração conduzida pelas forças de segurança.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins avaliou o primeiro dia como produtivo no que se refere à instrução e ao esclarecimento dos fatos. Ele destacou o papel do Ministério Público no Tribunal do Júri e criticou estratégias utilizadas para atacar a imagem da vítima.“Estamos defendendo a vida de um ser humano e aqui o Ministério Público tutela o direito à vida de qualquer pessoa, sem fazer qualquer tipo de discriminação. Justificar esse tipo de situação atacando a figura da vítima nada mais é do que uma retórica colocada a serviço da injustiça, da impunidade e daquilo que a sociedade não deseja”, afirmou o promotor de Justiça.O promotor de Justiça Samuel Frungilo lembrou ainda que, segundo a acusação, o envolvimento dos réus como executores e intermediários está demonstrado tanto pelas oitivas das testemunhas realizadas no primeiro dia quanto pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal. “Essa organização foi contratada para matar Roberto Zampieri, e foi isso que fez”, afirmou.Conforme a denúncia oferecida pelo MPMT, Antônio Gomes da Silva é acusado de executar o homicídio. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado como integrante da empreitada criminosa.O julgamento prossegue ao longo do dia com os interrogatórios e as demais fases processuais previstas para o Tribunal do Júri.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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