Mato Grosso

Policiais militares recebem máscaras e itens de higiene para proteção durante ocorrências

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Mato Grosso

Da Redação

O Comando Geral da Polícia Militar de Mato Grosso realizou uma série de visitas em três Comandos Regionais da corporação nas cidades de Sinop, Lucas do Rio Verde e Tangará da Serra.

O comandante da instituição orientou a tropa e fez a entrega de equipamentos de proteção individual (EPI), como máscaras e luvas descartáveis, e produtos de limpeza (água sanitária, detergente e álcool) para os policiais se protegerem da Covid -19.

A comitiva formada pelo o comandante-geral da PMMT, coronel Jonildo José de Assis, o subchefe do Estado Maior Geral da PM, coronel Wanckley Rodrigues, e o assessor institucional coronel Everton Moretti conversaram com os policiais destes municípios, ressaltando a importância do policial se proteger contra a contaminação durante o atendimento das ocorrências.

Coronel Assis reforçou o pedido aos militares para que cumpram as recomendações sanitárias à risca, como lavar bem mãos, manter a viatura e equipamentos de trabalho higienizados e, principalmente, fazer uso da máscara e álcool em gel.

O comando destaca o apoio do Governo do Estado e de parceiros da iniciativa privada à PM na missão de servir e proteger a população neste momento de pandemia, já que o empenho dos militares no combate a Covid – 19, garante a ordem pública e faz com que  todos cumpram as medidas sanitárias determinadas pelos decretos estadual e municipal.

“Fizemos questão de vim aos Comandos Regionais para demostrar nosso apoio à todos os policiais, estamos ao lado da tropa, fortalecendo o espírito de liderança social da PM mais do que nunca neste momento de crise, onde a instituição não cuida somente dos índices criminais, mas atua de forma mais ampla, focada em salvar vidas”, destaca coronel Assis.

 

 

Foto: CCSMI

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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